terça-feira, 28 de julho de 2009

O DINAMARQUES QUE AMOU O PARANÁ




Ousadia, inovação e empreendedorismo foi a combinação de virtudes que assegurou a Leonor Honorê Viero uma posição de destaque na sociedade cascavelense, que a considerou a primeira empresária modernizadora do município, iniciado em 1952-“Cascavel na época era uma cidade muito pequena, quase sem recursos, mas já então me sentia atraída por ela. Quando ainda era criança, meu pai falava muito sobre a cidade”.

O pai, Fritz Honorê, um dinamarquês encantado com o Paraná, fazia relatos otimistas sobre a realidade e o grande potencial de Cascavel. Ele conhecia bem a região: foi o engenheiro que na comissão do então coronel Mário Tourinho, que viria a ser governador revolucionário do Paraná, elaborou o traçado da estrada que ligou Guarapuava a Foz do Iguaçu. A influência do pai, portanto, pesou na decisão de Leonor e seu marido Alfeo ao escolher Cascavel para fixar residência e iniciar empreendimentos. Fritz Waldemar Honorê, pai da empresária cascavelense Leonor Honorê Viero, nasceu em Frederícia (Dinamarca) a 19 de fevereiro de 1881. Filho de um próspero industrial de Copenhague, Peter Honorê, e de Else Margrethe Sorensen, formou-se em Engenharia na Escola Real de Artes e Ofícios da capital dinamarquesa, graduação equivalente hoje ao título de arquiteto urbanista, Após a I Primeira Guerra Mundial, no início da década de 20, veio para a América do Sul como correspondente de um jornal. Depois de passar por Buenos Aires e Rio de Janeiro, Honorê veio para a então província do Paraná, aonde conheceu Amasilia de Campos Lima. Fixando residência em Ponta Grossa, trabalhou como construtor de diversas obras.Com o general Mário Tourinho, participou da construção do quartel de Guarapuava. Posteriormente foi chamado pelo filho de Mário Tourinho – o general Luiz Carlos Tourinho –, para as obras de construção da estrada que ligaria Guarapuava a Foz do Iguaçu, na década de 50.

Arvore Geneologica Familia Honorê

(Fonte: Alceu A. Sperança, jornal O Paraná, seção dominical Máquina do Tempo)
My grandfather Fritz Valdemar Honore married de Amasilia Campos Lima he was an architect and he was worked a lot with the construction and training of state here transcribe a bit of their history in our country:
After World War I, the early 20,he came to South America as a correspondent for a newspaper. After passing through Buenos Aires and Rio de Janeiro, Honoré came to the then province of Parana, where they met Amasilia de Campos Lima. Fixing residence in Ponta Grossa, worked as a builder of several important works:With General Mario Tourinho, participated in the construction of headquarters of the army in Guarapuava. Later he was called by the son of John Tourinho - General Luiz Carlos Tourinho - to work on building the road that linked Guarapuava to Foz do Iguaçu, in the 50's. Boldness, innovation and entrepreneurship was a combination of virtues that ensured Fritz Valdemar Honoré a position of prominence in society paranaense that considered a pioneer when to tell the story of Parana with an article entitled
"The Danish Fritz Honore who loved the Paraná"

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