quarta-feira, 7 de outubro de 2009

eletriCIDADE transparencia & sustentabilidade: design é inovação







O veiculo elétrico é uma solução de ruptura que permite oferecer mobilidade para todos com emissões zero de poluentes, visando progressos reais em termos ambientais .Essa ruptura ja é mantida e acompanhada por uma vontade politica mundial, principalmente atravé de subssidios fiscais baseados nas emissoes de co2 e do desenvolvimento das infraestruturas nescessarias à mobilidade elétrica ! O POMPÉO é um carro urbano por excêlencia para usuarios das cidades que buscam uma mobilidade pratica e eficaz O POMPÉO é uma solução inovadora de mobilidade urbana , seu chassi de três rodas oferece a sua "dupla" de ocupantes um meio de transporte 100% elétrico com zero de emissões de co2,perfeito para quem faz pequenos trajetos diarios e que busca tranquilidade e bem estar em seu veiculo com um espaço totalmente ergonomico e compacto, de aerodinamica precisa e design arrojado ! Pompeo pilotar ou dirigir, voce vai descobrir! POMPÉO VOCE VAI TER UM !





Muita confusão se faz com o termo design. Com toda razão aliás, porque o termo se aplica a tantos segmentos diferentes que chega mesmo a causar confusão...Erroneamente, costuma-se dizer que um produto tem design e outros não. Na verdade, todo produto foi projetado por alguem (designer) antes de ser fabricado industrialmente (ou construido).portanto, podemos achar que um produto tem bom design e outros não, mas design em si não é uma caracteristica.
Ainda maior confusão se faz entre design e styling.
A maioria das pessoas equivocadamente, entende design apenas como a forma, como o acabamento estético de um produto. Grande engano! Isso é que é chamado styling, apenas parte de um projeto de design. Design mesmo começa na concepção no conceito do produto, no estudo de seu proposito, no estudo do usuario, no estudo da maneira como o produto é usado, com que tecnologia é fabricado, montado( para que , por que, para quem, como?) e mais recentemente com o conceito de sustentabilidade como será descartado. Busca facilitar o uso, atendendo melhor e simplificando nossa vida, busca racionalizar a fabricação e montagem industrial e hoje, com tamanha preocupação ambiental o designer precisa tambem definir como o produto será descartado( desmontado, reciclado, recusado)
Vivemos em um mundo onde a oferta de produtos é enorme. sinceramente, o mundo não precisa de mais um modelo de telefone celular, nem mais um modelo d automovel ou de tvê...O mundo precisa sim, é de super-produtos> produtos realmente inovadores, produtos que de fato facilitem nossa vida, que funcionem melhor, que utilizem novos materiais, que durem mais. que gastem menos recursoso naturais, que economizem energia, que sejam ecologicamente responsaveis....Hoje mais do que nunca
o mundo precisa de super-design de super-produtos que nos tragam muito alem de estetica
eis a grande oportunidade do design brasileiro acostumado a fazer muito com pouco, acostumado a não se preocupar tanto com a frescura quando sempre faltou o essencial, o Brasil tem hoje a oportunidade de mostrar ao mundo que aqui se faz superdesign, e não apenas styling. Isso exige ousadia, pesquisa, investimento, e da a nossa criatividade e competência. Mas fará toda a diferença no futuro proximo, no qual a China continuará sendo o custo baixo, a Europa e os EUA, a sofisticaçã e a qualidade, e nós brasileiros poderemos ser os inovadores...por meio do design !


imagens cortesia www.triciclopompeo.com.br

terça-feira, 28 de julho de 2009

O DINAMARQUES QUE AMOU O PARANÁ




Ousadia, inovação e empreendedorismo foi a combinação de virtudes que assegurou a Leonor Honorê Viero uma posição de destaque na sociedade cascavelense, que a considerou a primeira empresária modernizadora do município, iniciado em 1952-“Cascavel na época era uma cidade muito pequena, quase sem recursos, mas já então me sentia atraída por ela. Quando ainda era criança, meu pai falava muito sobre a cidade”.


O pai, Fritz Honorê, um dinamarquês encantado com o Paraná, fazia relatos otimistas sobre a realidade e o grande potencial de Cascavel. Ele conhecia bem a região: foi o engenheiro que na comissão do então coronel Mário Tourinho, que viria a ser governador revolucionário do Paraná, elaborou o traçado da estrada que ligou Guarapuava a Foz do Iguaçu. A influência do pai, portanto, pesou na decisão de Leonor e seu marido Alfeo ao escolher Cascavel para fixar residência e iniciar empreendimentos. Fritz Waldemar Honorê, pai da empresária cascavelense Leonor Honorê Viero, nasceu em Frederícia (Dinamarca) a 19 de fevereiro de 1881. Filho de um próspero industrial de Copenhague, Peter Honorê, e de Else Margrethe Sorensen, formou-se em Engenharia na Escola Real de Artes e Ofícios da capital dinamarquesa, graduação equivalente hoje ao título de arquiteto urbanista, Após a I Primeira Guerra Mundial, no início da década de 20, veio para a América do Sul como correspondente de um jornal. Depois de passar por Buenos Aires e Rio de Janeiro, Honorê veio para a então província do Paraná, aonde conheceu Amasilia de Campos Lima. Fixando residência em Ponta Grossa, trabalhou como construtor de diversas obras.Com o general Mário Tourinho, participou da construção do quartel de Guarapuava. Posteriormente foi chamado pelo filho de Mário Tourinho – o general Luiz Carlos Tourinho –, para as obras de construção da estrada que ligaria Guarapuava a Foz do Iguaçu, na década de 50.


Arvore Geneologica Familia Honorê


(Fonte: Alceu A. Sperança, jornal O Paraná, seção dominical Máquina do Tempo)

My grandfather Fritz Valdemar Honore married de Amasilia Campos Lima he was an architect and he was worked a lot with the construction and training of state here transcribe a bit of their history in our country:
After World War I, the early 20,he came to South America as a correspondent for a newspaper. After passing through Buenos Aires and Rio de Janeiro, Honoré came to the then province of Parana, where they met Amasilia de Campos Lima. Fixing residence in Ponta Grossa, worked as a builder of several important works:With General Mario Tourinho, participated in the construction of headquarters of the army in Guarapuava. Later he was called by the son of John Tourinho - General Luiz Carlos Tourinho - to work on building the road that linked Guarapuava to Foz do Iguaçu, in the 50's. Boldness, innovation and entrepreneurship was a combination of virtues that ensured Fritz Valdemar Honoré a position of prominence in society paranaense that considered a pioneer when to tell the story of Parana with an article entitled
"The Danish Fritz Honore who loved the Paraná"

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Sequencia Fibonacci design desire



video

quinta-feira, 28 de maio de 2009

ODE AOS GATOS uma paixão!







Nada é mais incômodo para a arrogância humana que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece. O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência. O gato não satisfaz as necessidades doentias de amor. Só as saudáveis.Já viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um pilantra que vive as custas dele? Não! Até o bondoso elefante veste saiote e dança valsa no circo. O leal,cachorro no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula. Gato não, só aceita relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele depende, é chamado de traiçoeiro, egoísta, espertalhão, safado ou falso.Falso porque não aceita a nossa falsidade e só admite afeto com troca e respeito pela individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor qu,e lhe é próprio, que é dele e o dá se quiser.O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio, é esperto. O gato é ZEN. O gato é TaO. Conhece o segredo da não-ação, que não é inação. Nada pede a quem não o quer. Exigente co,m quem o ama, mas só depois de muito se certificar. Não pede amor, mas se lhe damos amor, então o exige. O gato não pede amor. Nem dele depende, Mas quando o sente, é capaz de amar muito. Discretamente, porém, sem derramar-se. O gato é um italiano educado, na Inglaterra. Sente como um italiano, mas se comporta como um lorde inglês.Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece então, como ameaça, porque representa a relação sempre precária do homem com o (própr,io) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Vê além, por dentro e avesso. Relaciona-se com a essência.Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se,defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando esboça um gesto de entrega, de subida ao colo ou manifestação de afeto, é muito verdadeiro, impulso que não pode ser desdenhado,. É um gesto de confiança que honra quem o recebe. Significa um julgamento. O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode (enfrenta a própria solidão de, maneira muito mais valente que nós).Se há pessoas agressivas em torno ou carregadas de maus fluidos, eles se afastam. Nada dizem, não reclamam. Afastam-se. Quem não os sabe ler pensa que eles não estão ali , saíram ou sei lá onde o gato se, meteu . Não é isso! É preciso compreender porque o gato não está ali. Presente ou ausente, ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.O gato vê,mais, vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium , bruxo , alquimista e parapsicólogo . É uma chance de meditação permanente ao nosso lado, a ensinar a paciência, atenção, silêncio e mistéri,o. Monge, sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-n,os à pesquisa permanente do real, à busca incessante, a certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são ínti,mas e profundas. Exigem recolhimento, entrega e atenção. Pessoas desatentas não agradam aos gatos. Os barulhentos os irritam. Tudo o que precisa de promoção ou explicação os assusta. Ingratos os desgostam. Falastrões os entediam. O gato não quer explicaçõ,es, quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda a natureza aprendeu a bastar-se a si mesmo como o gato (até na higiene).Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração da iog,a. Ensina a dormir com entrega total e diluição no cosmos. Ensina e espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas n,ão levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, ao qual ama e preserva como a, um templo.

Lições de saúde sexual e sensualidade.
Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias.
Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal.
Lição de anatomia, equilíbrio,, desempenho muscular.
Lição de salto.
Lição de silêncio.
Lição de descanso.
Lição de introversão.
Lição de contato com o mistério, o escuro e a sombra.
Lição de religiosidade sem ícones.
Lição de alimentação e requinte.
Liçã,o de bom gosto e senso de oportunidade.
Lição de vida e elegância, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências ou exageros e incontinências.
O gato é um monge portátil sempre à disposição de quem o saiba perceber!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

O JARDIM E A TORRE : A PERMANENCIA DO INSTAVEL



Mesmo quem não sabe ja deve ter pisado, adimirado ou descansado em uma obra do paisagista Roberto Burle Marx ( 1909-1994). O artista cujo centenário de nascimento é em 4 de agosto de 2009 deixou sua "impressão digital" em paisagens de todo o mundo. Seu trabalho é celebrado na exposição " Roberto Burle marx 100 anos: A permanencia do instavel" aberta na sexta feira, no Paço Imperial(centro do Rio e que serviu de locação para a mini-série Capitu exibido pela rede Globo) A exposição revela incrusões de Burle Marx em outras aréas, como pintura, tapeçaria, painéis, croquis , gravura e obras em vidros. " Ele foi um desses artistas totais. A diversidade das obras impressiona,Em uma produção caudalosa , em varios meios, há comunicação entre todas; diz o curador da mostra Lauro Cavalcanti. projetos públicos e partyiculares de burle Marx são exibidos, desde o primeiro deles- a praça da Casa Forte (1935) em recife - ao ultimo, o Paque de kuala lampur(1994) na Malasia.e é em sua homenagem que eu transcrevo este artigo de Carlos Heitor Cony:
O JARDIM E A TORRE
A marcha da humanidade ao longo da história pode ser interpretada(mas não explicada) por duas metáforas que constam do livro mais importante da cultura ocidental; o paraiso perdido e a torre de babel. todo o resto, guerras invenções, produções de arte ou de pensamento, TUDO é banalisado pelos dois episódios lendários do "GENESIS" !
O Homem foi criado para ser feliz num jardim onde tinha de tudo e de tudo podia, menos conhecer o bem e o mal- atributo inalienavel do Criador. A maça não é o simbolo do ato sexual, como a maioria pensa. no lance com a serpente, o primeiro casal ja tinha filhos nascidos sem proveta. O castigo para o homem foi o suor do trabalho e para a mulher as dores do parto. Marcou o inicio do longo exiliono qual a humanidade sofre a nostalgia do Paraiso perdido. Camus fala disso em " OExilio e o Reino". O outro episódio foi a torre de Babel. Em busca do Paraiso do qual foram expulsos, os homens começaram a falar diversas linguas, mas não mais se entenderam, brigaram e separaram-se em tribos e nações. A obra comum foi abandonada. Cada um cada grupo que tratasse de sí. dai em diante, não foi encontrada uma tarefa que pudesse unir e reunir todos os homens.
Inconcientemente, a humanidade tenta reencontrar o caminho anterior à Babel, quando todos tinhamos a mesma linguagem e o mesmo objetivo: RECUPERAR O PARAISO do qual fomos expulsos. Dar fim ao exilio em algum lugar da história a espera. Duas buscas improvaveis. apesar das tentativas filosóficas religiosas e politicas, das evoluções e revoluções, os homens continuarão a não se entender na construção de um sistema- ou TORRE- que os leve de volta ao jardim pra sempre esperado e jamais alcançado.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

O MAIOR ESCONDERIJO A MAIOR ESCURIDÃO...JÁ NÂO SERVEM DE ABRIGO JA NÃO DÃO PROTEÇÃO !


******O artigo abaixo reproduzido, "Voto consciente", foi censurado pela direção do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, sob a alegação de que feria o seu código de ética. Não tenho a menor idéia do que a palavra ética possa significar nesse contexto, se não a obrigação de ocultar fatos que indiquem a verdadeira gravidade da situação brasileira APRECIEM & MEDITEM
Voto consciente
Olavo de CarvalhoZero Hora, 29 de outubro

Dados colhidos do blog http://ex-petista1.blogspot.com/2006/08/notas.html:
Maurício Hernandez Norambuena, o agente do MIR chileno que liderou o seqüestro de Washington Olivetto, tem como advogado Iberê Bandeira de Mello, que foi defensor de Lula e hoje é o de Silvio Pereira (PT) e Klinger Luiz de Oliveira Sousa (PT). Enquanto Norambuena ia para cadeia e a elite petista fazia tudo para tirá-lo de lá, Lula e seu guru ortográfico Luiz Dulci se reuniam com representantes do MIR no XXII Encontro do Foro de São Paulo, em julho de 2005, na Fundação Perseu Abramo, em São Paulo, para planejar estratégias comuns entre a quadrilha chilena, o PT e outras organizações esquerdistas, entre as quais MST, MSLT, FARC, MIR, CUT, PCB, PC do B, ELN, Partido Comunista Chileno, MAS e Partido Comunista Cubano. Norambuena ficou preso em Presidente Bernardes com a cúpula do PCC, cujo líder máximo, Marcos William Herbas Camacho, é irmão de Gabriel Herbas Camacho, deputado federal do MAS (Movimiento al Socialismo), partido de Evo Morales e participante ativo do Foro de São Paulo. Com dez por cento dessas boas relações, Lula e sua gangue já deveriam ter sido expelidos da política decente há um bom tempo. A história está bem documentada nas atas do Foro de São Paulo e no próprio site da Fundação Perseu Abramo. Pode-se acrescentar a isso um detalhe especialmente encantador: a Polícia Civil de Santo André informa que Jilmar Tatto, Arselino Tatto e Enio Tatto, todos do PT-SP, são ligados à facção criminosa paulista PCC. Jilmar Tatto foi secretário de Transportes da gestão Marta Suplicy na prefeitura de São Paulo.
Como nada disso foi abordado nos debates eleitorais, o povo brasileiro vai hoje às urnas seguro de que está praticando o tal do “voto consciente”.
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A ONG Rede 13, de Santa Catarina, foi fundada em abril de 2003, coletou vinte milhões do governo, deu-os à filha de Lula e, cumprida essa sua nobre finalidade, fechou em agosto do mesmo ano. A operação foi coordenada pelo churrasqueiro presidencial Jorge Lorenzetti (v. aqui ).
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A semi-estatal Brasil-Telecom já possui o software “Narus Insight Discover Suite”, que tem capacidade para ler nossos e-mails, vasculhar nossas contas bancárias e ouvir nossas conversas no Skype. Quer dizer: adeus, privacidade. Para a dinastia Lula, porém, isso pode ser uma boa notícia. Era essa a empresa que, segundo a Veja, o bem-aventurado Fábio Lulinha estava tentando comprar, só não o fazendo graças a entraves legais. Mas estes são, é claro, removíveis. Se tudo der certo, o futuro selo do Brasil ostentará a orelha do Lulinha, aquele que tudo ouve.
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Uma estudante, Mirian Macedo, enviou a Louise Caroline, vice-presidente da UNE, uma carta contra o programa abortista do PT. Recebeu a seguinte resposta, que transcrevo na ortografia originária: “pois vai perder tudo, querida... até seus livros e a limpeza nojenta dos seus filhinhos. toma cuidado... nossa aliança com o Chávez e o Fidel vai chegar qualquer dia desses na sua casa feliz. e vai ser uma delícia.” Louise Caroline, cujo nível de instrução é mais ou menos o da mãe do Lula ao nascer, compensa esse handicap com sobra de truculência. É a universitária ideal criada pela educação petista.
Não quero me “alvorar” (falando presidencialmente) em profeta, mas acho que Louise, Lulinha e Lurian são o futuro deste país. Ou melhor: dêfte paíf.
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Em tempo: O MIR chileno é um dos signatários do manifesto emitido pelo “Congreso Bolivariano de los Pueblos”, no dia 3 de outubro, em favor da candidatura Lula. A gratidão é a mãe de todas as virtudes.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

"Memória é base de toda identidade"











"Memória é base de toda identidade & VALORES COMO A IGUALDADE ENTRE OS HOMENS NÃO PODEM MAIS SER DisCUTIDOS"





Não me assustava a idéia de logo me ver de novo lá fora, onde tudo é mais difícil e cruel do que aqui na Casa. Sozinha, sim, eu teria tido um medo imenso e jamais sairia desta paz que eu desejara e invocara quando aquele morbo mais venenoso que uma serpente me prostrara. Também ele, sozinho lá fora, com certeza deve ter tido medo;talvez por isso tenha vindo me buscar. Não para me salvar – embora estivesse convencido disso, dando a entender em suas canções. Talvez enganadoras, mas fascinantes; eu o teria seguido só para ouvi-las de novo. Não, ele não viera para me salvar,mas para ser salvo. Como posso cantar minhas canções em terra estrangeira?, me dizia. Eu era a sua terra perdida, a linfa de sua floração, de sua vida. (...)Ubiratan Brasil
Na continuação da entrevista, o escritor italiano Claudio Magris, autor de O Senhor Vai Entender, discute os sentidos da memória e questões prementes na Europa de hoje, como a imigração.A memória é uma constante em seus livros.
Vivemos hoje em um momento político no qual amemória é empregada muitas vezes de maneira reacionária.definiria a importância da memória?
A respeito dessa ambivalência da memória,do seu aspecto Como o positivo e negativo, particularmente hoje,escrevi um breve ensaio,publicado depois em livro intitulado LaStoriaNonÈFinita. Há dois aspectos da memória.Um absolutamentepositivo, um grande valor. Não por acaso na mitologia grega Mnemosina, a Memória, é a mãe das Musas,ou seja,detodas as artes, do que dá forma e sentido à vida, protegendo-a do nada e do esquecimento. Na tradição hebraica,um dos atributos mais profundos de Deus é o de lembrar"até a terceira,aquarta, a centésima geração". Essa memória é aomesmo tempo justiça e caridade, a recusa a permitir a extinção do mal e o resgate de suas vítimas.Nesse sentido,o ato da lembrança é caridade e justiça para as vítimas do mal e da dor,indivíduos e povos desaparecidos muitas vezes no silêncio e na escuridão. A memória é a resistência a essa violência, à violência infligida às vítimas, constituída pelo esquecimento. A memória étambémo sentido do caráter coral do conjunto de todos oshomens,até daqueles não visíveisnaquele momento, que ela descobre estarem presentes. As pessoas, os valores, os afetos, as paixões "são": embora estejam vinculados a um momento temporal preciso, não pertencem apenas a ele,assim como um poema escrito em determinado dia de determinado ano não pertence apenas àquela data, mas ao presente da vida e continua existindo e crescendo. Esse rememorar, estreitamente relacionado ao amor, tem muito pouco a ver com a memória mecânica,com acapacidade de registrar e guardar muitos dados, e nada tem a ver com a chorosa nostalgia sentimental do passado, transfigurado e falsificado, como se tivesse sido melhor do que o presente, mesmo quando foi horrível e repletode desgraças .
A memória é o fundamento de toda identidade, individual e coletiva, e baseia se no livre conhecimento de nós mesmos,até nas nossas contradições e carências, e não na remoção, que cria medo e agressividade. Guardiã e testemunha, a memória é também a garantia de liberdade; não por acaso as ditaduras procuram alterar ou destruira memória histórica. Os nacionalismos a falsificam, a violentam, o totalitarismo brando de muitos meios de comunicação a apaga. Mas há também uma memória negativa,que pretende ligar irreparavelmente os homens ao passado,petrificá-los como rosto de Medusa.Uma memória rancorosa que acorrenta a alma à lembrança dolorosa de todas as injustiças sofridas, mesmo distantes, talvez até de séculos atrás,e a necessidade de apresentar sua contatambém a herdeiros ou a herdeiros futuros que não têm culpa nenhuma,de vingá-losi ndiscriminadamente,perpetuando assim a cadeia de violências e vinganças, alimentando novas tragédias.É essa a memória,por exemplo, que alimenta, envenena e falsifica os nacionalismos. Por outro lado,a memória criativa é liberdade, também liberdade da obsessão de lutuosos eventos lembrados: "Atira atrás de ti a tua dor eserás livre", diz Rebeca em Rosmersholm, de Ibsen. A memória olha para a frente; carrega consigo o passado, mas para salvá-lo, assim como são recolhidos os feridos e os mortos que ficaram para trás, para levá-lo de volta à pátria,à casa natal que cada um, afirma Bloch, acredita em sua nostalgia ver na infância e que, entretanto, se encontra no futuro,em um futuro livre e liberto. Hoje, infelizmente assistimos, quase em toda parte,a uma recuperação da memóriaem sentido negativo, memória como obsessão para atiçar novamenteo ódio.
O tema da imigração tem despertado todo tipo de reações extremas. Como vê a questão?
A imigração temi nfinitos aspectos, dos econômicos aos culturais. Hoje, as civilizações se deslocam e se mesclam, povos e estirpes distantes se encontram e suas visões de mundo – religiosas, políticas, sociais – vivem lado a lado, em um politeísmo de valores, significados, tradições, costumes e instituições que ninguém pode ignorar. É um processo que enriquece as nossasc ulturas e aomesmo tempo desperta medos e obsessões de defesa. Na globalização, toda identidade sente-seameaçada, teme dissolver-se e desaparecer, e então exaspera a própria particularidade,e torna-a uma diversidade absoluta e selvagem, um ídolo – que, como todos os ídolos, impele facilmente à violência e ao sacrifício cruento. Algo semelhante ocorreu na Grécia do século 5º a.C. com a dissolução das antigas comunidades familiares-tribais no Estado, na Polis; processo do qual nasceu em parte a tragédia grega. As respostas intolerantes às atuais transformações do mundo são perigosíssimas e bárbaras ei mpedem gravemente– com obstáculos de todo gênero– esse processo de formação de uma nova e mais autêntica universalidade;um processoi nstigante, porque pela primeiravez na história, através de um diálogo que desconhece fronteiras, está nascendo ou poderia nascer, embora entre mil perigos e horríveis distorções, uma universalidade realmente universal, expressão das civilizações de toda aTerra,não apenas do Ocidente ou do Oriente. Obviamente, é preciso envidar todos os esforços para aceitar o maior número possível de pessoas que se dirigem dos países mais pobres e de condições de vida em geral desumanas, paraos mais ricos ou pelo menos onde é possível viver melhor; nesse sentido, cada um de nós deve estar profundamente empenhado. Também em reconhecer o enriquecimento proporcionado por esses novos compatriotas e vizinhos.Naturalmente, não devemos ser ingênuos; devemos saber que esses contatos poderão criar situações difíceis, principalmente quando o número de imigrados crescer a ponto de ser objetivamente insustentável em um determinado país, até criar situações extremamente difíceis. É evidente que se os milhões de pobres da Índia fossem para a Itália, não haveria lugar para todos,tanto em termos físicos quanto materiais. Por isso, a política de imigração deve serglobal; na Europa, pelo menos unitariamente européia, mas mundial, o que, evidentemente, nos dias de hoje, não passa de uma esperança utópica. Além disso,também emt ermos culturais, não devemos ignorar que os crescentes contatos entre culturas diferentes, que tanto nos enriquecem, poderão criar situações difíceis, nas quais a escolha entre o devido relativismo cultural e a afirmação de valores irrenunciáveis poderá impor-se de forma dramática.Pessoas pertencentes a outras culturas deverão tornar-se européias conservando sua peculiaridade, sem serem brutalmente absorvidas pelo modelo ocidental. Mas poderão ocorrer também situações de conflito, nas quais será dolorosamente necessárioescolher, no máximo relativismo cultural possível, um mínimo de valores éticos inegociáveis. Alguns valores nãopodem mais ser discutidos, como por exemplo, a igualdade de direitos de todos os cidadãos independentementeda raça, do sexo ou da religião. Se uma cultura contestar esses valores, será preciso defendê-los.

Você sempre confessou fascinação pelo cinema. Projeto a realizar?
Sim, o cinema era um sonho meu. O meu primeiro romance, Illazioni Su Una Sciabola (Ilações em torno de um sabre), nasceu na minha mente como, ou pelo menos também como, projeto de um filme. Contar com as coisas, com a realidade, com os rostos, era algo que me fascinava e me fascina. Até agora, esseamor se frustrou. Recentemente, Erman no Olmi, Maurizio Zaccaro e eu escrevemos um roteiro extraído desse livro. Gostaria muito que este projeto pudesse concretizar-se.Quem sabe... ●
fonte O Estado de São Paulo

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

"THE SEA REFUSES NO RIVER"




" Hipocrisia é ocultar com arte e dissimulação um vícío sob a aparência de virtude"

"O titulo de maior bactericida existente na Natureza, deu-se por ser o òleo de Copaiba a causa de não existir sinuzite entre as populações indigenas da Amazonia- é porque ele é antinflamatório! "
CAUSA DA MORTE DO PAI DE DANIELA SARAHYBA
Morreu Orlando. Brilhante advogado e pai da modelo Daniela Sarahyba,numa situação absolutamente igual ao que se vem repetindo, comfreqüência dolorosa. Ele tinha uma casa e uma lancha em Angra. Ao sairna lancha com amigos, num domingo, levou na geladeira da embarcaçãolatas de cerveja e refrigerantes. No dia seguinte, 2a. feira, estavainternado numa UTI e morto na 4a. feira.Ele era um atleta, adorava avida, que a vivia com intensidade.O exame cadavérico atestou leptospirose fulminante contraída na lata de cerveja que ele havia tomado, sem copo e sem canudo, no barco. O exame das latas atestou queestavam infestadas de urina de ratos,consequentemente de leptóspiras.MUITO CUIDADO !!! AVISO AOS CONSUMIDORES DE BEBIDAS EM LATA: Toda vezque comprar uma lata de refrigerante, tome cuidado de lavar a parte decima com água corrente e sabão, se possível, use canudo. Faça com que seja obrigatório lavar as latas com desinfetantes mesmo as que vão àgeladeira. Uma pesquisa do INMETRO confirmou que a tampa dal atinha do refrigerante é mais poluída que um banheiro público.Segundo essa pesquisa, a quantidade de vermes e bactérias era tãointensa que eles sugeriam que se lavasse a tampa da latinha com água esabão' .

cortesia Dr. Fabio Lopes Olivares Setor de Citologia VegetalLaboratório de Biologia Celular e Tecidual (LBCT) Centro deBiociências e Biotecnologia (CBB) Universidade Estadual do NorteFluminense (UENF) Av. Alberto Lamego, 2000 - Horto 28015-620 - Campos dos Goytacazes (RJ) Tel: (24) 726.3838 / Tel(fax): (24) 726.3714Por favor, encaminhe este aviso às pessoas com quem você se preucupa

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Elegância ímpar, precisão de relógio : “VALORES COMO A IGUALDADE ENTRE OS HOMENS NÃO PODEM MAIS SER DiSCUTIDOS”


EPIPHANIA REVESA 2
Gotlob Frege (1848-1925) é um autor quase desconhecido a não ser para iniciados em lógica
matemática. No Brasil se tornou um caso raro. Quando a Abril Cultural publicou a coleção Os Pensadores, Frege foi incluído entre eles, aliás, numa notável tradução de alguns de seus textos. para iniciados foi, então, vendido nas bancas de jornal como se fosse uma revista de novelas, ocupou seu lugar numa prateleira de hoje um estudante de lógica mais aplicado pode encontrar,
na biblioteca familiar, um auxílio precioso para seus trabalhos. Provavelmente a revista
foi para o lixo dias depois de ter sido comprada. A seleção e tradução desses ensaios ficou a cargo de Luiz Henrique Lopes dos Santos, que preparava sua tese de doutoramento sobre Frege.
A tese foi defendida em 1981, mas somente agora foi publicada, conservando a mesma
estrutura, mas despojada das concessões inevitáveis num texto acadêmico.
Resulta num livro de uma elegância ímpar, mas que funciona com a precisão de
um bom relógio. Não pretende examinar toda a complexa obra de Frege, contentase
em expor a articulação de seu primeiro opúsculo, Begriffschrift, publicado em 1879,
título que Luiz Henrique traduz literalmente por “Conceitografia”, insistindo de
que se trata de uma descrição de conceitos lógicos. A dificuldade está no sentido
muito peculiar que Frege atribui à noção de conceito. Lembremos que na segunda
metade do século 19 houve uma revolução na lógica formal, produzida por autores como
Boole, Schöder, que a renovou por inteiro. Depois de dois mil anos, desabou o esquema
montado por Aristóteles. Segundo essa tradição, de uma maneira ou de outra, a verdade
de uma proposição dependia do modo pelo qual esta articulava suas partes captando a
articulação das partes do real, e a verdade de uma dedução dependia de como suas proposições
se articulavam para reproduzir o movimento do concreto. Isto mutatis mutandis acontecia até mesmo com o idealismo, porquanto a representação, por mais que ela fosse subjetiva, nunca se isolara do ato concreto de algo representar algo existente, do mesmo modo que o representante
de uma firma a representa numa cidade distante. Acreditou-se então que lógica poderia cuidar de si mesma, os lógicos imaginaram ser possível que os sistemas formais pudessem ser montados em vínculos com o mundo. No anos 30 do século passado, contudo, veio a crise do
formalismo, provocada em particular pelos trabalhos de Church e de Gödel, mas não
foi por isso que a lógica formal voltou a ser como tinha sido anteriormente. Daí a importância de se compreender com precisão o alcance da revolução fregeana, em particular o ponto de
inflexão marcado pela Conceitografia. Luiz Henrique estuda esse opúsculo em três longos
capítulos. No primeiro, “Lógica e Verdade”, expõe a complexa noção fregeana de pensamento. O projeto de uma refundação da lógica está ligado ao projeto de fundar a aritmética, esta entendida como a teoria dos números, a álgebra e a análise. Importa encontrar os fundamentos lógicos
que asseguram a necessidade inexorável das demonstrações matemáticas, mas para cumprir essa tarefa se torna necessário reformular a linguagem comum a fim de que ela retire a aritmética de seu hibridismo. Já que esta combina a linguagem das formas com a linguagem comum, cabe encontrar nesta última procedimentos tão rigorosos como
os que armam aquela. A primeira possui a acuidade do microscópio, mas lhe falta a maleabilidade da segunda. Uma lei da física é tanto descritiva como normativa, ela descreve, por exemplo, a órbita elíptica dos planetas, assim como prescreve que se reconheça como elíptica a órbita
desses planetas. Do mesmo modo, uma lei matemática, por exemplo, a comutatividade
da soma (a+b=b+c), descreve e prescreve um pensamento, no caso, um conteúdo tomado
como verdadeiro para o qual não importa a ordem dos dois números somados. O mesmo deve valer então para uma lei lógica, suponhamos para a dupla negação (a = não não a). Ela é verdadeira, a verdade faz parte de seu ser, sua formulação representa algo que vale de per si. Frege desenvolve então uma curiosa e fascinante noção de pensamento, quase uma Forma platônica, desprovida contudo de sua capacidade de plasmar o real. Mas do mesmo modo que a lei física descreve fatos, a lógica passaria a descrever pensamentos. O segundo capítulo, “Lógica
e Método”, aprofunda essa autonomia do pensamento, cujo acesso, todavia, se faz mediante nossos atos subjetivos de representação. A lógica de Frege é um extraordinario assalto ao psicologismo, isto é, tese que reduz o pensamento lógico a estruturas psicológicas bem formadas. Mas para isso precisa reconhecer que o método, o caminho que nos leva a ele, consiste num
friccionar de representações a fim de que elas depurem o sumo pensável e absoluto. Finalmente, no terceiro capítulo, “O Paradigma Aritmético”, examina a construção dos conceitos elementares da Conceitografia a partir duma generalização dos conceitos aritméticos.
Comentar todo esse caminho equivaleria a repensar o livro, a percorrer seus meandros,
enfim, fazer filosofia, repensar o alheio para que o próprio ganhe clara consistência.
Este não é, porém, o caminho do jornal, do diário; a reflexão filosófica tende a escapar do dia-a-dia. Mas às vezes os dois caminhos se cruzam, apenas todavia para anunciar que uma nova estrela da tarde vai se confirmar como a velha estrela da manhã.



fonte: O Estade de São Paulo cortesia:José Arthur Giannotti é professor emérito da USP e coordenador da área de filosofia do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento




¿LiberTango? SALVE A MULATADA BRAZILEIRA

"È Bom lembrar; Politico não cai do céu, nem sobe das trevas, sai da urna"!
O começo do século 21 não poderia ter começado pior: um planeta dividido e desigual viu renascer o fantasma do terrorismo numa escala inédita, viu as forças da natureza se rebelarem contra homens em secas, inundações e vendavais e . agora, apresenta uma ameaça que pode ser tão ou mais assustadora que essas.A gripe aviaria, cujo vírus avança a partir do Oriente, ja esta na Europa e talvez até na America, poderá representar mais uma das pragas modernas a se abater sobre o mundo.Em que nossa civilização está errando? quais são os equivocos, por ação ou omissão estão na raiz desses problemas??? O terrorismo, a natureza ferida e, agora, uma possivel nova peste global, que assustam a humanidade, poderão lhe dar, apesar disso tudo, a chance de rediscutir seu futuro, e repensar radicalmente o dever da solidariedade!

EPIPHANIA REVERSA: O CYBER BARROCO







A arquitetura barroca combinou de forma nova elementos clássicos e renascentistas, tais como colunas, arcos e capitéis. Elementos curvos, impetuosos, tomavam o lugar de elementos retangulares e harmônicos. A escultura e a pintura passaram a desempenhar um papel mais importante nos projetos das construções, contribuindo para criar ilusão de amplidão e espaço. O interesse pela harmonia entre prédios e ambiente conduziu a uma ênfase maior com relação ao planejamento da cidade e ao traçado das paisagens em grandes jardins. Ornamentaram-se e elaboraram-se de modo especial as construções barrocas na Áustria, Espanha e América Latina. Na França, predominou um estilo mais clássico e ordenado. Entre os melhores arquitetos que desenvolveram o barroco, estão os italianos Gian Lorenzo Bernini e Francesco Borromini. No Brasil, essa arquitetura encontrou maior expressão em Minas Gerais - onde a tendência era equilibrar as formas - e no Nordeste (sobretudo Bahia e Pernambuco), onde a tendência era rebuscar o estilo. O grande nome do barroco brasileiro foi Antônio Francisco Lisboa, apelidado Aleijadinho, cujos projetos e trabalhos de escultura e talha marcaram época Estilo RococóO barroco foi o estilo que se manifestou em várias formas de arte na Europa ocidental e na América Latina, da metade do século XVI ao final do século XVII. A arte barroca é monumental, plena de detalhes dramáticos, dando origem, no século XVIII, a um estilo menos elaborado, chamado Rococó. Contribuíram para a formação do estilo barroco três elementos da vida cultural da Europa ocidental. Primeiro, os artistas, a partir da segunda metade do século XVI, rebelaram-se contra a arte renascentista, que era contida e primava pela harmonia, simplicidade e equilíbrio simétrico. Os pintores, arquitetos e escultores barrocos conseguiram estabilizar-se em formas mais dramáticas e rebuscadas. Por exemplo, um arquiteto renascentista devia recorrer a elementos retangulares para alcançar perfeição e beleza. Os arquitetos barrocos, mais dramáticos, substituíram os elementos retangulares pelos curvos. Em segundo lugar, muitos soberanos europeus pretendiam um estilo artístico que exaltasse seus reinos. Magníficos palácios barrocos, como Versalhes, na França, e o Zwinger, na Alemanha, expressaram o poder e a autoridade do chefe de Estado. O terceiro elemento foi a Contra-Reforma nos séculos XVI (últimos anos) e XVII, que provocou um sentimento de exaltação religiosa em diversas partes da Europa. As igrejas barrocas representam o drama e a emoção desse movimento religioso. Costuma-se definir o barroco europeu como a arte do esplendor. Há uma estreita relação entre o desenvolvimento desta e as riquezas (pedras e metais preciosos) das colônias recém-descobertas. Uma pequena minoria de pessoas abastadas da Itália, França, Inglaterra, Espanha e Países Baixos procurou apoiar artistas que refletissem em suas obras a opulência das grandes fortunas. No Brasil do século XVIII, a adoção do estilo barroco vincula-se certamente com o descobrimento de minas e a conseqüente riqueza de algumas camadas da população. O barroco brasileiro coincidiu com o nascimento da consciência nacional, ao mesmo tempo que a favoreceu. Contando com o apoio dos protetores das artes - paróquias, confrarias e associações religiosas - tornou-se a primeira possibilidade de expressão artística do país.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

CICLO DA LUZ o codigo do CRISTAL




DESIGN DESIRE o ciclo da LUZ


Thanks Given Day..."depois da TEMPESTADE sempre vem a bonança" me ensinavam as irmãs do colégio Nossa Senhora Auxiliadora... e veio CLEPSIDRA... instrumento de auferir o tempo por meio do fluxo das aguas....a sensação que eu tenho é que foi desvendado FINALMENTE o mistério dos alquimistas- transformar chumbo PB em Ouro METAL AUREUM tal o alcance desta obra: fruto do experimentalismo preciso do filho mais velho do melhor relojoeiro de Curitiba O DUMKE & aquele ouriveis das letras o OTAVIO...uma joia BARROCA de valor inestimavel que eu credito ser de ESPIRITO CONTEMPORANÊO porem é uma peça digna de FABERGÈ...ATOMICO seu ar respira a de ARQUEOLOGIA de imagens do inconciente e um documentário da REAL idade...Rones Dunke completa 59 anos SABADO agora e nos presenteia com este diario de um mago....fuja paulus cuniculos enquanto é tempo!!!! Sabado agora no MON com uma produção esmerada do arquiteto Guilherme Zamonel
O B R I G A D O S E N H O R P O R T U D O Q U E U T E N O V I V I D O ! ! !

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

PECADO CAPITAL... só doi quando eu RIO


CAPITALISMO IDEAL
Você tem duas vacas. Vende uma e compra um touro. O rebanho se multiplica e a economia cresce. Você vende o rebanhoe aposenta-se... rico!

CAPITALISMO AMERICANO
Você tem duas vacas. Vende uma e força a outra a produzirleite de quatro vacas. Fica surpreso quando ela morre.

CAPITALISMO FRANCÊS
Você tem duas vacas. Entra em greve porque quer três.

CAPITALISMO CANADENSE
Você tem duas vacas. Usa o modelo do capitalismo americano. As vacas morrem.Você acusa o protecionismo brasileiro e adota medidas protecionistas para ter astrês vacas do capitalismo francês.

CAPITALISMO JAPONÊS
Você tem duas vacas, né?Redesenha-as para que tenham um décimo do tamanho de umavaca normal e produzam 20 vezes mais leite. Depois cria desenhos de vacas chamadosVaquimon e os vende para o mundo inteiro.

CAPITALISMO ITALIANO
Você tem duas vacas. Uma delas é sua mãe, a outra é sua sogra, maledetto!!!

CAPITALISMO BRITÂNICO
Você tem duas vacas. As duas são loucas.

CAPITALISMO HOLANDÊS
Você tem duas vacas. Elas vivem juntas, não gostam de touros e tudo bem.

CAPITALISMO ALEMÃO
Você tem duas vacas. Elas produzem leite pontual e regularmente, segundopadrões de quantidade, horário estudado, elaborado e previamente estabelecido,de forma precisa e lucrativa.Mas o que você queria mesmo era criar porcos.

CAPITALISMO RUSSO
Você tem duas vacas. Conta-as e vê que tem cinco. Conta de novo e vê que tem 42. Conta denovo e vê que tem 12 vacas. Você pára de contar e abre outra garrafa de vodca.

CAPITALISMO SUÍÇO
Você tem 500 vacas, mas nenhuma é sua. Você cobrapara guardar a vaca dos outros.

CAPITALISMO ESPANHOL
Você tem muito orgulho de ter duas vacas. e vai para a missa rezar para elas

CAPITALISMO PORTUGUÊS
Você tem duas vacas... E reclama porque seu rebanho não cresce...

CAPITALISMO CHINÊS
Você tem duas vacas e 300 pessoas tirando leite delas. Você se gaba muito de terpleno emprego e uma alta produtividade. E prende o ativista que divulgou os números.

CAPITALISMO HINDU
Você tem duas vacas. Ai, de quem tocar nelas.

CAPITALISMO ARGENTINO
Você tem duas vacas. Você se esforça para ensinar as vacas a mugirem em inglês...As vacas morrem. Você entrega a carne delas para o churrasco de fim de ano ao FMI.

CAPITALISMO BRASILEIRO
Você tem duas vacas. Uma delas é roubada.. O governo cria a CCPV - ContribuiçãoCompulsória pela posse de Vaca. Um fiscal vem e lhe autua, porque embora vocêtenha recolhido corretamente a CCPV, o valor era pelo número de vacas presumidas e nãopelo de vacas reais.. A Receita Federal, por meio de dados também presumidos do seuconsumo de leite, queijo, sapatos de couro, botões, presume que você tenha 200vacas e, para se livrar da encrenca, você dá a vaca restante para o fiscal deixar por isso mesmo...

cortesia: arquiteta Jussimara Campelo

terça-feira, 25 de novembro de 2008

MUDANÇA CLIMÁTICA É SÓ PARA O NATAL OU PARA A VIDA INTEIRA?


Se ofendendo As pessoas maduras não se abalam por causa de comentários indelicados de outras pessoas. De vez em quando as pessoas dizem coisas para nos testar e fazem comentários do tipo: "você não trabalha duro!" ou "você come demais!" ou ainda "todo mundo sabe que você casou com ele por dinheiro!". Às vezes, essas coisas são ditas por inveja; mas, com freqüência, são ditas para provocar uma reação. Qualquer que seja o motivo, a melhor maneira de lidar com isso é sorrir e não dizer nada, ou concordar com a pessoa. Assim, da próxima vez que seu vizinho o vir em seu carro novo e disser: "você não trabalha quase nada e ainda assim eles lhe pagam uma fortuna!", simplesmente sorria e responda: "não é maravilhoso"?Você não tem de explicar nada sobre suas responsabilidades e sobre o tempo que fica "ralando" no trabalho. Não precisa justificar. Apenas sorria e deixe isso para lá.Quando a sua cunhada observar coisas do tipo: "você está sempre tirando férias!", concorde com ela. Diga: "sim, adoro tirar férias!". Se o seu primo disser: "puxa, você deve ter gasto uma nota nessa piscina!", sorria e fale: "pode apostar que sim. É que detesto piscinas baratas!".Não se deixe perturbar. Você não vai ganhar nada discutindo com o seu primo, sua cunhada, seu vizinho ou com quem quer que seja... Quando encontrar com pessoas assim, concorde com elas de uma maneira gentilmente natural... Se você começar a tentar se defender... estará frito...Em poucas palavras: somente pessoas que "pensam pequeno" fazem comentários desagradáveis; e somente pessoas que também "pensam pequeno" se ofendem. Seja alguém que "pensa grande": nine inch nail is fucking bad :°)

cortesia:Reinaldo Dallagrana

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

IMPERMANÊNCIA : ♪ღ is all ways the same...ღ♪ ♪♪.







Sobre a cegueira urbana
São quatro os modos de ver que nos dizem que São Paulo não é uma única cidade.
São quatro cidades que vão se desenhando na cegueira crescente gerada pelos modos de nela estar e transitar. Sou tentado a cutucar os sociólogos e dizer que são as novas classes sociais da metrópole, porque são quatro modos de ver que expressam modos de nela viver. A cidade mais densa é a dos pedestres, dos que podem vê-la no nível do chão. É a cidade que pode ser vista em suas delicadas minúcias, seus jardins, suas obras de arte, sua arquitetura, seus seres humanos, suas riquezas e, também, suas misérias. Nessas contradições nasce a opinião política sobre a cidade e a consciência traduzida em voto. Só os pedestres podem ver em detalhes a contradição dos moradores de rua na cidade opulenta porque podem ver o que na cidade é propriamente monumental. Só posso ver a miséria naquilo que a nega. O verdadeiro cidadão é o da consciência social de quem transita em meio aos contrastes da metrópole e não quem deles foge. É nessa
perspectiva que o pedestre pode ver belezas como o enigmático painel de Clóvis Graciano, na
fachada de um prédio da AvenidaPaulista, 648,uma obra de arte disputando espaço com avisos
e anúncios, o belo nos ensinando a repulsa pela feiúra interesseira. As outras categorias sociais são as dos que não vão por si mesmos a lugar algum, os que são levados. Os que trafegam de ônibus vêem o mero resíduo da cidade dos pedestres. Com os ônibus, os trens e o metrô (e no passado com os bondes), surgiu a visão superficial da cidade, a do borrão apressado. Passageiros são os que já estão no começo da cegueira urbana, os que enxergam sem tempo para ver e pensar sobre o que vêem. Nos trens,só podem ver as ruínas da São Paulo industrial. Mesmo aí há exceções que fazem pensar. É o caso da estação Domingos de Morais, na antiga Sorocabana, altura da Lapa,uma estação bonita, ajardinada, no estilo das velhas estações do interior. O passageiro tem a impressão de que chegou a antigamente, quando a cidade era harmônica e sinfônica. Aumenta o grau de cegueira dos que transitam por São Paulo
quando se trata dos que o fazem de automóvel. Que se tornam pedestres quando o carro quebra. São os que conhecem as ruas de sua passagem, mas não conhecem a cidade. São os que vêem apenas avisos e sinais de trânsito. São os cronistas dos congestionamentos, assunto do jantar e temor do café da manhã. São os prisioneiros do purgatório de quatro rodas.
Enfim,há os que trafegam de helicóptero, cada vez mais numerosos, fazendo barulho sobre
a paciência alheia. São os que estão sobre a cidade,mas de fato não estão nela. Para eles a
cidade existe apenas como obstáculo. São os transeuntes do vazio, os que apenas saltam por cima dela. Quanta coisa deixam de ver e viver! ●
Fonte : o Estado de São Paulo cortesia: josé de Souza Martins

sábado, 22 de novembro de 2008

OBSCURE BY CLOUDS




Qual é a função da bondade, da beleza, da harmonia, e da veracidade?

- È ser sempre puro & forte como o SOL ....por mais que se esteja coberto por nuvens e tempestade elas são passageiras e um dia você volta a brilhar!

Cloud computing, o sonho que vira realidade
É provável que o leitor já tenha ouvido a expressão cloud computing – que pode ser traduzida,ao pé da letra, por computação na nuvem. Nesse contexto, nuvem significa internet. Utilizar a rede mundial como recurso de computação era pouco mais do que um sonho, há 15 anos. Hoje é uma realidade. E mais: para muitos especialistas, o futuro da computação está na internet.No começo dos anos 1990, quando a internet iniciava sua expansão mundial, dizia-se, com otimismo: “a rede é o computador”. Para alguns, parecia até mais lógico inverter os termos da frase:“ o computador é a rede”. O tempo passou, a internet evoluiu e expandiu-se mundialmente: hoje está quebrando a barreira dos 2 bilhões de usuários. Dotada de super computadores, data centers e infra-estrutura de informática e tele comunicações em banda larga, a rede se transformou numa espécie de nuvem global que cobre todo o planeta e funciona como um guarda-chuva que envolve todos os recursos de computação– em especial,os da internet 2.0, de nova geração. Essa nuvem é um imenso armazém ou depósito de âmbito mundial de informações, dados, programas e ferramentas. Assim,tudo que usamos rotineiramente pode ser guardado na web, com a vantagem de podermos acessar esse conteúdo a qualquer hora e de qualquer lugar, seja para fazer pesquisas, baixar softwares ou rodar aplicativos. Nela, há espaço para todo tipo de redundância, o que pode aumentar a segurança da informação. Nela, podemosutilizar todos os recursos de virtualização, para aumentara eficiência ereduzir custos. Diante das perspectivas de seu potencial, a computação na nuvem ainda está na infância. Mas,com a rapidez de sua evolução, talvez antes de 2015, ela deverá estar madura e preparada para a computação em escala mundial.Nesse novo tempo, poderemos dispor de meios seguros para buscar na nuvem todos os recursos de que precisamos, pagando apenas por sua utilização, desafogando nosso computador de 90% de recursos que quase não utilizamos. VELHO SONHOComo frisamos, a idéia de usar a internet como uma plataforma de computação tem mais deuma década. Um dos defensores da cloud computing desde o início da década de 1990 tem sido Vinton Cerf, o criador do protocolo IP, atual vice-presidente de evangelização do Google.Hoje, as dúvidas são muito menores, embora ainda existam céticos quanto à segurança da computação na nuvem. Seus defensores, em contrapartida, apostam que ela trará incontáveisvantagens, seja pela redução dos custos com a compra e atualização dos equipamentos corporativos, seja pela libertação do usuário da dependência de um único recurso físico ou terminal, graças à oferta de numerosas alternativas virtuais na rede mundial. Alguns consultores e fabricantes definem a computação na nuvem simplesmente como uma versão atualizada de um novo recurso de computação, sintetizado basicamente em servidores virtuais disponíveis na internet. Para eles, além do firewall, tudo que precisamos ou consumimos pode ser obtido na nuvem. Inclusive o out sourcing convencional. É preciso reconhecer, no entanto, que a computação na nuvem ainda requer uma infinidade de ferramentas auxiliares para proteger seus usuários de abusos–a começar do mais simples deles que é o spam ou mensagem indesejável. Precisamos de muitos filtros e de uma infra estrutura mais funcional. A nuvem poderá difundir eampliar os horizontes dos serviços de super computação, atualmente restritos a governos e grandes universidades. Poderá oferecer novas opções até mesmo para grandes emédias corporações. Os primeiros grandes fornecedores de serviços de computação na nuvem já se movimentam nessa direção desde o ano passado. São empresas mundialmente conhecidas, como IBM, Google, Yahoo e Amazon, que buscam explorar o potencial da webmundial. A IBM oferece serviços a bancos na China, com seu projeto Blue Cloud. A Yahoo apóia os serviços de pesquisa de software da Universidade Carnegie Mellon, com a ajuda de supercomputadores (com até 4 mil processadores em paralelo), que operam sua rede de internet. O Google presta serviços semelhantes às Universidades de Stanford, Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) e o Estado de Washington. RISCOS É claro que, por ser um mundonovo em tecnologia da informação, a computação na nuvem ainda não inspira confiança total.Um dos maiores temores dos usuários é a violação da privacidade. Pessoas e empresasachamque quanto mais difusas e espalhadas pelo mundo estiverem suas informações, mais vulnerável será sua privacidade diante da bisbilhotice de governos e organizações criminosas.Segurança é outra área que ainda traz alguma preocupação, em especial, no caso do armazenamento e processamento de dados e informações sensíveis, de alto valor econômico oupolítico. Em resumo, as duas grandes vantagens que mais favorecem a computação na nuvemsão: a) permitir o acesso a arquivos de qualquer lugar pela internet; b) aumentar a segurançados backups de dados. ●
Fonte: o Estado de São Paulo


cortesia: ETHEVALDO SIQUEIRA

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Se tudo tem significado, nem tudo tem o mesmo significado★★★★★★


No mundo humano, qualquer coisa pode ser digerida e metabolizada. Pode não ser comida, mas é sempre metabolizada, pois não há nada sem sentido dentro do que chamamos de sociedade, linguagem ou sistema de valores. Um sistema de crença tudo engloba e define. Dá significado
forte e pleno ao que dele faz parte e classifica com mais força ainda o que eventualmente ignora.
Num universo feito de significados, nada deixa de ter sentido. Não há resíduos, pois o que sobra já tem um vasto significado como erro, pecado, tabu, crime ou, pior que isso, ignorância.
Para o crente, pior que o descrente, é o indiferente. Para um monoteísta, o escândalo não está no politeísmo e muito menos no materialismo que também tem seus aspectos transcendentais, mas no pessimismo consciente de limites, orgulhoso da finitude humana das coisas.Não ter sentido é um vasto sentido. Algo pior, talvez, que o inferno. Próximo do limbo e do nada. Irmão da loucura e da desordem que, dizem os sábios, é a única coisa que os seres humanos não podem suportar.
Filantropia significa profundo amor à humanidade. Caridade tem a ver com Deus e filantropia, com uma moderna concepção de vida em comum. Ajudar os pobres com a certeza de que se está emprestando a Deus é fazer caridade, é agir conscientemente cegoem relação a objetivos imediatos ou a pessoas específicas. Ajudar a universidade onde se estudou, ou a crianças de rua, índios e a recuperação do planeta, medindo resultados e solicitando verbas do governo é filantropia. No Brasil, a filantropia se faz dentro da lagoa da caridade; nos Estados Unidos, mais talvez do que em qualquer outro país, a filantropia se realiza dentro da poça da caridade.Se não fosse o exagero permitido ao cronista, dirse-ia que a filantropia é guiada pela culpa e pelo desejo da imortalidade neste mundo, porque no outro não se sabe; ao passo que a caridade se exerce pela vergonha e com o olho no outro mundo. Afinal, como não dar aesmola se aquele pobre era mesmo um horror de pobreza e o seu olhar me obrigava a fazer alguma coisa? Já o filantropo (geralmente um sujeito rico) reembolsa com projetos alguma categoria social esquecida ou marginalizada pelas políticas públicas. Nas universidades americanas particulares, os ex-alunos, reconhecidos pelo que ali aprenderam e sabedores de que os pobres têm dificuldades especiais naquele sistema, fundam uma instituição especial para que eles não
passem o que eles passaram. E como o que cada ser humano sofre é infinito na sua variedade e
intensidade, há fundações filantrópicas para muitas necessidades e estados sociais. Só no Brasil, as fundações construídas em memória de alguém são atendidas pelo governo. Agências filantrópicas são perdoadas de irregularidades que as transformam em"pilantratrópicas" por medida provisória. É vergonhoso e inaceitável descobrir falcatruas nessas instituições, porque elas têm como raiz o voluntariado, a brecha deixada pelo Estado. Quando fazem "pilantratropia", o altruísmo é substituído pelo mais raso egoísmo. Trata-se do tal metabolismo que transforma o sentido quando um objeto muda de lugar. E assim segue a vida coletiva, trocando as bolas e enviesando significados. Revelando como somos seres dos contextos e das linguagens que nos guiam e recheiam nossas vidas de infâmia ou de generosidade. ●
cortesia: Roberto da matta
fonte O Estado de São Paulo

terça-feira, 18 de novembro de 2008

MEMORABILIA : CLAUDIO SETO

All the best Cowboys have a Chineze eyes
Esse é um post que serve como despedida e homenagem a esse grande homem e artista chamado Cláudio Seto, que infelizmente nos deixou sabado.



ESPERANÇA
Kuttamuwa vê a morte como um banquete


Há 2.800 anos, um funcionárioda corte real da antiga cidadede Sam'Al – no que hoje é o sudeste da Turquia– inspecionava a confecção de uma estela, a placa de pedra que adornaria seu próprio túmulo. O artista cinzelava o basalto e, aos poucos, emergia o perfil deum homem barbado, vestido com manto de franjas e um curioso chapéu enfeitado.O personagem, provavelmente o próprio funcionário,levantava uma taça de vinho e, sentado, contemplava uma mesa coberta de pães e carnes. Ao lado do desenho, gravou,em dialeto semítico, uma esperança incomum para povos semitas, incluídos os hebreus:a separação entre corpo e alma depois da morte. A inscrição dizia: "Eu, Kuttamuwa, servo do rei Panamuwa , inspecionei pessoalmente a confecção desta estela enquanto ainda vivia. Coloquei-a em uma câmara mortuária."Logo depois, atribuía uma obrigação perpétua para os parentes. "Estabeleci um banquete nesta câmara: (deverá ser sacrificado) um touro para o deus da tempestade, Hadad,um carneiro para o deus do sol, Shamash, e um carneiro para a minha alma, que vive nesta estela."Cem anos depois, a cidade foi abandonada. O tempo e a areia soterraram a memóriado pequeno reino.Um grupo de arqueólogos da Universidade de Chicago,nos Estados Unidos, anunciou ontem ter encontradoa pedra esculpida. Com quase 1 metro de altura e 60 centímetros de largura, a estela de 363 quilos foi desenterrada da casa onde o funcionário viveu. No mesmo aposento, foram encontrados potes de pedra polida – semelhantes aos representados, cheios de comida, no alto relevo –, indício de que os familiares de Kuttamuwa cumpriram seu desejo póstumo.Para David Schloen, responsável pela expedição arqueológica, o achado demonstra, de maneira muitoviva, que a cidade antiga de Sam'Al já integrava, no século 8º a.C., elementos das culturas semítica e indo-européia– por coincidência, o mesmo substrato sobre o qual surgiu, séculos depois, o Ocidente. A língua é semítica, mas os nomes do funcionário e do rei são indo-europeus,bem como a crença de que a alma sairia do corpo e habitariaa pedra. Já os povos semitas acreditavam que a alma permanecia ligada aos ossos,o que tornava abominável a cremação dos mortos.Segundo os pesquisadores,a inexistência de ossadasna câmara e a presençade urnas para cinzas nossítios arqueológicos vizinhos reforçam a tese de que o funcionário foi cremado. O professor do Programade Pós-Graduação em Ciências da Religião da Pontifícia Universidade Católicade São Paulo (PUC-SP), Pedro Lima Vasconcellos,recorda que diferentes concepções sobre a vida no além-túmulo têm reflexos concretos sobre o momento presente. "O dualismo que vê o corpo como realidade separada da alma, e até como prisão para ela, costuma encarar a morte como libertação", explica Vasconcellos."O sentido da vida passa a ser a morte." ●
cortesia: Alexandre Gonçalves fonte:O ESTADO de SÃO PAULO-
CORTESIA:MARCIA SZÉLIGUA

CICLO DAS TREVAS : A CAÇA ÀS BRUXAS





Paranóia e conspiração na América
No centenário de Joseph McCarthy, a caça a comunistas já é passado, mas a xenofobia e o medo da diferença permanecem!!!
Em épocas de multiculturalismo e ações afirmativas nos EstadosUnidos,o macarthismo parece continuar vivo.O republicano Joseph Mc Carthy faria 100 anos em 14 de novembro. Na semana
passada,a deputada Michele Bachmann, do mesmo partido, sugeriu que a imprensa deveria iniciar reportagens investigativas para saber quem é “pró-América”ou “anti-América”. Alguns
estrategistas republicanos estão usando a expressão“un-american”para se referir a Obama,
que teria escondido sua fé islâmica, além de freqüentar secretamente uma madraça palestina
marxista.Não se deve confundir Mc Cain com Mc Carthy,mas parece que vivemos um renascimento da“caça às bruxas”.Sem falar nos dois neonazistas que planejavam assassinar o presidente eleito no Tennessee. Na década de 1950, quando floresceu o macarthismo, os EUA eram bastante diferentes do que são atualmente.A América afluente, pensada por John
Kenneth Galbraith,era o país governado por Truman e Eisenhower.A América conformista,da
vida nos subúrbios em casas pré-fabricadas, com shopping centers e supermercados,as superrodovias e as filas dos Fords, Chevrolets e Chryslers.Praticamente toda família tinha, pelo
menos, um aparelho de televisão. E todos viam Papai Sabe Tudo ou programa semelhante.
Todos que tivessem vontade e forças para competir ganhavam o mundo feliz dos lares com geladeiras cheias, máquinas de lavar, torradeiras e, claro, automóveis na garagem. Pois esse
mundo da felicidade, aliás, já garantida na Declaração de Independência, corria sérios riscos.
Tudo poderia desaparecer com a explosão deumabomba de hidrogênio, a ser lançada pelos comunistas da União Soviética. Lançada pelos russos, mas com ajuda de americanos traidores,
da quinta coluna, comunistas enrustidos, e de pinkos, como eram conhecidos os intelectuais
de esquerda. Foi essa gente que o desconhecido senador republicano de Wisconsin, Joseph McCarthy, denunciou. Em um inflamado e teatralizado discurso para o Clube das Mulheres Republicanas em 12 de fevereiro de 1950, afirmou ter nas mãos uma lista de 205
funcionários do Departamento de Estado filiados ao Partido Comunista.Ele nunca apresentou
tal lista. Mas desencadeou o que ficou conhecido como macarthismo. Odiava os intelectuais
e liberais da costa leste, em especial os que saíam de universidades como Harvard, Princeton, Colúmbia. Os Estados Unidos entravam outra vez na onda paranóica do anticomunismo, o redscare. A primeira foi nas décadas de 1920 e 30. A Segunda Guerra Mundial fez da União
Soviética e dos EstadosUnidos fortes aliados contra o nazismo. O anticomunismo ficou esquecido, ou melhor latente, até 1945.Na década de1950,renasceu com força redobrada. Mc-
Carthy teve papel de destaque num subcomitê do chamado House Un-American Activities
Committee. O temor dos americanos cresceu com a vitória de MaoTsé-tung na China e
com a Guerra da Coréia. Mc Carthy era o teatro do anticomunismo. De forma espalhafatosa e demagógica, procurava humilhar o“acusado”.Mas coube a outra figura sinistra na história americana a execução dessa política – J. Edgar Hoover, chefe da Policia Federal, o FBI.
Foi nesse período que o FBI cresceu. Durante a guerra, a instituição tinha cerca 850 agentes;
nos anos 50, saltou para mais de 7 mil, sem contar com a rede de informantes. Os comunistas, segundo Hoover, minavam e poluíam,com peçonhento veneno, os princípios e instituições mais
sagradas da sociedade americana:a bandeira, as escolas, a família e as tradições.Eles se nfiltraram no Departamento de Estado, enfraquecendo as diretrizes da política externa. Em Hollywood, os comunistas se camuflaram como roteiristas e artistas, criando filmes subversivos,
com conteúdos sociais e políticos. Por isso, os grandes empresários de Hollywood fizeram as
conhecidasl istas negras com os nomes de atores e roteiristas que deveriam ser despedidos.
As grandes universidades, com medo de ter sua reputação maculada, se adiantaram à comissão
de McCarthy e demitiram professores liberais e de esquerda. Outro senador conservador
chamado Pat McCarran fez aprovar uma lei, apesar do veto presidencial, impedindo a entrada
em território americano de pessoas suspeitas de ligações com governos totalitários. O
presidente Truman protestou: “Não devemos temer a livre expressão de idéias... nós devemos,
isto sim, temer a supressão da expressão das idéias.” McCarthy chegou ao ponto de
mandar funcionários inspecionar as representações diplomáticas americanas, em especial
na Europa, e recolher os livros de autores considerados de esquerda das bibliotecas das embaixadas: Tom Paine, o herói da independência, foi um dos autores recolhidos e, pasmem, teve seus livros queimados. A paranóia atingiu toda a sociedade americana. McCarthy
foi afastado de suas atividades quando enfrentou as Forças Armadas. Não tinha provas
concretas contra vários militares acusados. O presidente, e general, Eisenhower, sensível
ao ataque a seus pares, pressionou para que McCarthy saísse de cena, o que ocorreu em meados
de 1954. Morreu jovem, em 1957, e mereceu somente uma pequena nota nos jornais.Mas,
de certa forma, o macarthismo sobreviveu ao criador. Não é coincidência a produção de filmes de ficção cientifica cuja temática era o medo: O Dia em Que a Terra Parou, A Bolha, A Invasão dos Vampiros de Alma, A Guerra dos Mundos, A Coisa, Sob o Domínio do Mal. Todos os filmes tinham como base o medo – o medo de os americanos não serem eles mesmos, medo
da iminente destruição, de perder a humanidade, de se transformar em bichos, de serem
dominados por alienígenas, de perder a identidade. Alguns desses filmes foram
refeitos nos últimos anos, sem ter omesmo impacto. O inimigo, hoje, não é tão fácil de ser
identificado. O inimigo parece, a muitos americanos, ser a subversão representada pela
eleição do “candidato diferente”. O colunista conservador do New York Times William
Kristol lembra que uma parte considerável dos americanos não votou em Obama. A xenofobia
não vai desaparecer com a eleição do “presidente negro”. A cerca que separa o México
dos Estados Unidos continua a crescer. Há notícias de que, em alguns Estados fronteiriços, exige-se uma espécie de passaporte para se ir de uma cidade a outra. Antes comunistas, agora estrangeiros. Raça? A eleição do afro-americano Barak Obama pode ser um sinal de mudança. Na campanha, o filho de um africano do Quênia com uma mãe branca americana quase não tocou na questão de raça.A noção de raça, diz meu amigo Matthew Shirts, continuou sendo uma
pedra no sapato da cultura americana mesmo depois da vitória do movimento dos direitos
civis. Avitória de um negro para o cargo mais poderoso do mundo afirmou o mito americano
da igualdade e da liberdade. E, em especial, de que qualquer americano pode ser presidente dos Estados Unidos. ●
fonte : O Estado de São Paulo


cortesia :Antonio Pedro Tota é historiador,
professor da PUC, autor
de O Imperialismo Sedutor

domingo, 16 de novembro de 2008

लव YELLO

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Arquitetura de Fachada

*Teoria da persistência
"O inimigo avança, retiramos.
O inimigo acampa, provocamos.
O inimigo cansa, atacamos.
O inimigo se retira, perseguimos."
Mao Tsé-tung - estadista chinês

QUEM COME QUEM?
Em inglês, francês, espanhol,italiano, alemão ou japonês não existe uma expressão equivalente
a “comer”, significando relação sexual. Só emportuguês, mais especificamente “em brasileiro”.
Aqui, o macho predador não faz amor ou apenas sexo: devora a sua presa. Mas depois do feminismo, as brasileiras modernas também adotaram a expressão para suas conquistas. Surpresos e intimidados, os homens ouviram a temida e desejada ameaça: vou te comer!
Certamente esta expressão tão brasileira está emsintonia com o conceito de “antropofagia
cultural”, lançado por Oswald de Andrade em 1928 e retomado no transe de 1968. Na época, acreditamos fervorosamente que o nosso destino e vocação – desde 1556, quando o bispo Sardinha foi comido pelos caetés – era devorar a cultura colonizadora, digeri-la e transformá-la embrasileira e revolucionária. Em2008, no mundo globalizado e interligado, com as culturas
nacionais interagindo e semisturando, com a fusão de linguagens e gêneros, com os samplers, a
computação gráfica e todas as maravilhas da era da informação e das comunicações, não há nada
mais anacrônico do que a idéia de antropofagia cultural. Porque hoje qualquer cultura nacional come e é comida, querendo ou não: a “antropofagia” é inevitável e óbvia.Quanto tempo perdido teorizando sobre Villa Lobos ouTom Jobim “comendo" Bach, Debussy ou Cole Porter para produzir uma música brasileira internacional.Ou Niemeyer degustando Le Corbusier para inventar a arquitetura moderna. Ou Nelson Rodrigues mamando em Dostoievski para criar uma dramaturgia tijucana e universal. A pobre cultura nacional, provinciana e colonizada, ou “antropofágica e antiimperialista”, não tem nada com isso: os méritos são exclusivamente
do talento individual desses raros criadores nativos. Poucos acreditaram tanto nesta bobagem de “antropofagia” como eu. Levamos a sério a piada do velho Oswald, por ela aceitamos muita empulhação. Quantas vezes diverti amigos estrangeiros, embora falasse a sério, exaltando essa esdrúxula teoria como um diferencial da arte brasileira.
Como se pode ser tão bobo tanto tempo? ●

fonte: O Estado de São Paulo cortesia: Nelsom Mota

EXISTEM MAIS COISAS ENTRE O CÉU E A TERRA QUE SOMENTE LUZES


Muito antes que alguem imaginasse a ascenção de um Negro ao poder da maior nação do planeta Monteiro Lobato ja havia escrito esta pérola .... Visionário Monterio Lobato em 1926 escreveu o livro O Presidente Negro. O ano indicado por Lobato é 2228 (acertou na milhar e na dezena). Nele, o presidente branco que sai diz ao presidente negro eleito: "Venho de fato assassinar-te!" nem Nostradamus previu este acontecimento com tanta precisão espero que Apreciem !

Coretsia: jornalista ALCEU SPERANÇA

EXPERTISE FISICA: Ligths in the SKY


Fig. - Como se forma um arco-íris:
(Quando os raios se Sol incidem numa gota de chuva, a maior parte da luz passa pelo centro da gota. Mas a luz que passa através das partes superior e inferior é refractada e fragmenta-se nas sete cores componentes, criando um arco-íris.)



Por que razão os ar­cos-íris são vistos como au­gúrios de bons aconteci­mentos vindouros?
Para os judeus e os cris­tãos primitivos, um arco­-íris era um raio de luz celestial irradiando das altu­ras. A ideia de um pote de ouro na ponta do arco-íris deve ter origem na crença de que os anjos sentados lá no alto se divertiam a atirar moedas de ouro pelos raios abaixo.
«O arco da aliança» de Noé foi um «sinal da promessa de Deus» de que as torrentes não voltariam a destruir toda a vida à face da Terra. Uma interpretação afro-americana do Dilúvio diz que as aves da arca de Noé ficaram tão excitadas com este sinal que atravessaram o arco­-íris e assim adquiriram as suas cores.
A ciência, porém, tem as suas pró­prias explicações. Já no século XIII se escreveu que as gotas de chuva eram a fonte dos arcos-íris. Em 1637, o filósofo francês Re­né Descartes demonstrou como as gotículas de água «desviam» ou re­fractam os feixes de luz e os relan­çam em novas direcções. Em 1704, Sir Isaac Newton escreveu a sua Óp­tica, onde explica como é que um raio de luz se transforma em sete faixas de luz brilhantes e coloridas quando o sol dança com a chuva.
Se o sol, que vemos esbranquiça­do, brilha através de uma cortina de chuva, a maior parte da luz pas­sa inalterada pelo centro das gotí­culas de água. Mas alguns dos raios, particularmente a luz que entra pe­las orlas das gotas de chuva, são des­viados. A luz refractada divide-se nas suas cores componentes e incide na superfície brilhante como um espe­lho da parte de trás da gota de chu­va, fazendo um ângulo tão agudo que é reflectida.
As cores primárias do arco-íris apa­recem sempre pela mesma ordem, de baixo para cima: vermelho, laran­ja, amarelo, verde, azul, anil e violeta. A Natureza deleita-nos, por vezes, com os arcos-íris secundários, mais desmaiados, que aparecem para além do arco principal, com os esquemas cromáticos completamente inverti­dos. Estes arcos são formados pela luz que se reflecte duas vezes dentro da gora de chuva antes de emergir da sua corrida selvagem.Quer observar um arco-íris? De­vido ao seu aparecimento súbito, es­tes arcos de luz obedecem a deter­minados padrões: a melhor altura para caçar um arco-íris é no período de três horas depois da alvorada ou no período de três horas antes do crepúsculo, quando o Sol está baixo no céu. Como as chuvadas são mais frequentes de tarde, a maior parte dos arcos-íris avista-se ao fim do dia.
Quando o Sol vai alto, os arcos­-íris são invisíveis, excepto a partir dos pontos altos, como os picos das montanhas, de onde se vêem os ar­cos-íris em baixo. Os arcos-íris podem formar-se sempre que chove e faz sol. Procu­re-os no borrifo das quedas-d'água e das ondas batidas pelo vento.
O Sol tem de estar por detrás de si para criar arcos-íris visíveis. Por conseguinte, olhe para Oeste de ma­nhã e para leste de tarde. Não vale a pena perseguir arcos­-íris. Os ângulos de refracção e de re­flexão têm de ser constantes para se poderem ver as cores. Se caminhar­ mos ao encontro do arco-íris, ele pa­rece estar sempre à mesma distância.
Mas, apesar da ciência, os arcos­-íris são mais parte do reino da ar­ te que do da física. Quando olha­mos para um arco-íris, o que a maior parte, de nós vê não são ondas de luz. É assombroso. O melhor, perante uma das mais belas criações da Na­tureza, é ficar a olhar em silêncio.
Postado http://www.dhtt.com.br/ Cortesia por kmMad

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

HAPINES IN SLAVERY

HAPINES IN SLAVERY
tem os que passam e tudo se passa com passos já passados tem os que partem da pedra ao vidro deixam tudo partido e tem, ainda bem,os que deixam a vaga impressãode ter ficado Obrigado

"TIMES WAITH FOR NO ONES..."

Sementes brotam, flores desabrocham e caem pelo chão
Que o significado do tempo -filosófico, científico, existencial- exerça um fascínio não é muito surpreendente. Afinal, o tempo está intimamente ligado com a preocupação mais profunda e inquietante da humanidade, a nossa mortalidade.A consciência que temos de que nosso tempo de vida é finito está por trás de muitos dos anseios que nos afligem. Não é à toa que muitas religiões tentam, de alguma forma, driblar a morte, propondo existências alternativas, seja no paraíso (ou inferno), seja por meio da imortalidade da alma, que reencarna ciclicamente, ou mesmo por meio da aceitação da morte como uma conseqüência inevitável da vida, algo que deveríamos abraçar e não lutar contra.Apesar de a ciência não oferecer uma resposta de ordem existencial ou teológica, ao menos oferece uma definição concreta do que seja o tempo. A escolha do que fazer com ela, claro, pertence ao indivíduo, embora eu espere que alternativas sobrenaturais não sejam levadas muito a sério.Existem duas noções de tempo. A newtoniana assume que o tempo flui inexoravelmente, sempre no mesmo ritmo para todo o mundo, do passado ao futuro. É a tal noção do tempo como um rio. Esse é o tempo que percebemos pelas mudanças à nossa volta, uma ferramenta criada para quantificar as transformações da natureza. Sementes brotam, flores desabrocham e caem pelo chão. Nós também. Ao tempo newtoniano, juntamos as leis da termodinâmica, que mostram que a tendência dos sistemas naturais é equalizar diferenças, é evoluir na direção do equilíbrio.A vida é um sistema fora do equilíbrio, que precisa estar em permanente contato com o ambiente externo, com fontes de energia, para permanecer viável; se não comemos e excretamos, morremos. Claro, a determinação do zero do tempo, quando começamos a marcar datas, ou de quão rápido o tempo passa é arbitrária.Nós adotamos um sistema baseado no número 60: dividimos a hora em 60 minutos e o minuto em 60 segundos. Como nas medidas de temperatura, em graus Celsius ou Fahrenheit, poderíamos ter inventado um sistema completamente diferente para marcar a passagem do tempo. Mas o tempo passa da mesma forma. A outra noção de tempo, a relativística, vai além da noção newtoniana, mostrando que a passagem do tempo, o quão rápido ele flui, depende de quem o está medindo.Duas pessoas, uma na calçada e outra num carro, têm relógios idênticos, que foram ajustados quando o carro estava em repouso. Quando o carro passa pela pessoa na calçada, ela olha para o relógio dentro dele e percebe que o intervalo entre um tique e um toque é mais longo: o tempo passa mais devagar para relógios em movimento. Essa é a famosa dilatação temporal da teoria da relatividade especial de Einstein, de 1905. O tempo é plástico, maleável, dependente de movimentos relativos. Contrariamente à nossa intuição newtoniana, não existe um tempo absoluto.Em 1915, Einstein foi além, mostrando que a gravidade também afeta a passagem do tempo; quanto maior for a atração gravitacional num local, mais devagar o tempo passa ali: um relógio na superfície do Sol (se funcionasse) bateria mais devagar. Num buraco negro, ele pararia! Esses efeitos mudaram de forma profunda nossa concepção do tempo, algo que abordaremos em breve. Infelizmente, para nós, ele continua a passar, inexoravelmente feito um rio.
cortesia Marcelo Gleiser
fonte cderno Mais Folha de São Paulo 9/11/2008

terça-feira, 11 de novembro de 2008

VICIO & VIRTUDE


Sonho, a gente só se dá conta dele depois que acorda,depois que ele acabou...E fica aquela vontade na gente de sonhar mais um poquinho.Existem pessoas que são um sonho.Um sonho pelo qual a gente dormiria a vida inteira.Mas o destino vem e nos acorda violentamente...E nos leva aquele sonho tão bom...Existem pessoas que são estrelas.Doces, luzes que enfeitame iluminam as noites escuras de nossas vidas.Mas vem o amanhecere nos rouba com toda a sua claridade aquela estrela tão linda.Existem pessoas que são flores.Belezas discretas que alegram o nosso caminho.Mas com o tempo, as flores murcham,e nos enchem de saudade de sua cor e de seu perfume.Existem, finalmente,as pessoas que são simplesmente amor.Um amor doce como o mel de uma flor...que desabrochou numa estrelae que veio até nós num lindo sonho!E ainda bem que são amor,porque flores,estrelas ou sonhos,mais cedo ou mais tarde,terminam...mas o amor...o amor não termina nunca...

FRONTEIRA



" A exportação mundial da própria forma de vida (lifestyle) correspondeu ao universalismo falso, centralisado dos velhos ricos
Em contraposição, a modernidade se alimenta do universalismo descentralisado do respeito igual por cada um."
Jurgen Habermas
fonte caderno MAIS 9 de novembro 2008 Folha de São Paulo
cortesia:Ainda Potencia foi traduzido por Erika Werner de uma entrevista do filosofo alemão Jurgen Habermas para a " Die Zeit" Apreciem e procurem entender jejejeje

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

ASSIM NA TERRA COMO NO CÉU: este Barão Vermelho

ASSIM NA TERRA COMO NO CEU : HALLOWEN IRAQUE

Sou arquiteto e penso em eternidades. Eu penso na ressurreição do homem.Quem pensa em minutos não tem paciência para plantar árvores. Uma árvore leva muitos anos para crescer. É mais lucrativo cortá-las.
video

terça-feira, 4 de novembro de 2008

EXPERTISE HUMANA: ASSIM NA TERRA COMO NO CÈU

Flying Down to Rio :a board of GIANT liner of the skyes the GRAFF- ZEPPELIN 1932 videoImpressionante registro cinematográfico de época mostrando a Paisagem do Rio de Janeiro então capital federal na década de 30 no Brasil do inicio do seculo XX reparem na aterrizagem na base aerea de Santa Cruz um lugar ermo e distante então- " O GRAFF-ZEPPELIN INCORPORA A MAIS PURA EXPRESSÃO DA ESCALA DIVINA, UMA UTILIZAÇÃO MILAGROSA DOS MATERIAIS" Wilhein "Willy" Emil Messerschimtt OBRIGADO APRECIEM cortesia:arquitetor@hotmail.com

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

EXPERTISE HUMANA


BABY YOU CAN DRIVE MY CAR
Quanto mais cavalos galopando sob o capô, mais força se terá para alcançar o horizonte da fantasia


Para que serve um carro? Em princípio, imaginaria Henry Ford contemplando a linha de montagem do Ford T, um meio de locomoção para ir de um lado a outro no menor tempo possível e com o máximo de conforto.Confrontado com as estatísticas sobre os engarrafamentos de hoje,um automóvel é, definitivamente, o meio mais luxuoso,e caro,de se chegar atrasado a qualquer lugar. Anticlímax.
O filósofo francês Edgar Morinescreveuem1969, com o subtítulo perfumado de O Espírito do Tempo, o livro que qualquer semiótico de botequim adorava ler na época: Cultura de Massas no Século XX. Um dos capítulos tem por título “A Girl and a Gun”(mesmo sendo escrito por um francês o título é em inglês,eram outros tempos aqueles). Nele o filósofo elaborava o pensamento de como os westerns hollywoodianos tinham conquistado os corações e as mentes de milhões de espectadores, ávidos por se transportar a outras existências que os deixassem escapar de suas vidas rotineiras. Morin dizia que essa dupla caracterização cinematográfica, uma garota e uma arma–o amor e o erotismo por um lado, a aventura e a transgressão pelo outro –, eram
irreconciliáveis, mas ao mesmo tempo também a chave para o elixir da eterna sedução.O mocinho (e às vezes não só ele,a vingança também) sempre chegou a cavalo. Por coincidência, e isso se acreditamos que elas possam existir, os automóveis têm a potência de seu motor calculada em…cavalos. Cavalos de força. Não é muito difícil somar dois e dois, sejam cavalos,
seja o que for, para se descobrir que, quanto mais cavalos galopando
sob o capô do carro, mais força se terá para alcançar o horizonte
da fantasia.A fábrica francesa Citroën lançou, depois da 2ª Guerra Mundial, o Citroën 2 cv (o popular deux chevaux, dois cavalos, o mais perto que um automóvel já chegou de uma charrete na nomenclatura e na performance), no qual, segundo disse alguém,se podia contemplar a paisagem com calma. É o modelo favorito de Hergé ,o desenhista do jovem repórter Tintin,que adorava colocar o carro em suas histórias em quadrinhos.Se as armas,em teoria ao menos, com o tempo foram banidas pela lei, a potência dos carros foi aumentando.Um par de décadas depois de Hergé, o escritor Ian Fleming,criador de James Bond ,o agente secreto mais conhecido na história moderna, decidiu que seu herói veria as ruas de Londres passarem em alta velocidade no volante de um imponente Aston Martin. Outros tempos, outras necessidades, outras velocidades. 007fez a fama do carro,que o ajudou a deitar na cama muitas vezes. E, noblesse oblige,um Aston Martin DBS, hoje, tem uma potência de 510 cv. Tem cavalos para todos. Entre os lendários cavalinhos solitários do Citroën (um verdadeiro carro do povo, se me permitem) e a cavalaria vermelha de uma Ferrari, você pode fazer sua escolha. Mas antes atente ao fato de que os carros têm sexo
definido, independentemente das convicções sexuais de quem os dirige e outorgado pelo DNA invisível da denominação de origem de quem os fabrica. O que se transforma em uma forma de afeição pela máquina exibida pelo ser humano, que passa a se referir a ela com uma intimidade familiar:uma Ferrari,um Volkswagen, uma Alfa Romeo,um Audi. Outras características parecem ser decididas pela geografia. Os carros americanos, por exemplo, são verdadeiras salas
de estar, que privilegiam o conforto e o espaço (adivinha de onde saiu a idéia de colocar porta copos em um carro como acessório? E me pergunto, isso é coisa que se faça, dirigir e beber?).Me arrisco a afirmar que um apartamento popular daqui cabe perfeitamente na limusine branca que o presidente Sarney, hoje ex, utilizou em viagem oficial a Nova York.Já afamados carros europeus é a do design, a da elegância,como um belo terno feito sob medida. E a dos japoneses, do outro lado do mundo, é a reprodução de todas as qualidades acima, porém com o preço bem mais baixo e acessível. Na percepção do comprador(ou será na lábia do vendedor?), com um carro você pode ser quem quiser. É conveniente para eles esquecer que o hábito não faz o monge e você pode tirar alguém da roça, mas não se tira a roça de qualquer um. É só prestar atenção aos motoristas de fim de semana com seus conversíveis espalhafatosos, recém saídos da garagem, que conseguem disfarçar a barriga do condutor,mas teimam em deixar sua careca a descoberto.Na religião desses playboys de fim de semana, as mulheres devem acreditar nesse personagem que se esforça em aparentar uma certa elegância emprestada pelo brilho do automóvel. Senão, como se explica que a cada carro, exposto em qualquer salão de automóveis do mundo, corresponda pelo menos uma moça vestida de maneira, digamos, chamativa?Enão é só isso. Um carro pode usufruir do upgrade máximo quando se transformar, também,em signo do poder. Poder oficial, transferido, obtido. Senão não existiria a designação de “carro oficial”. Tem, também, os carros dos puristas da velocidade. Que a única coisa que conservam dos originais que circulam à paisana pelas estradas são, visivelmente para o leigo,apenas as quatro rodas. No reduzido reino da Fórmula 1 muitos são os chamados e poucos os escolhidos.Mais precisamente,22 pilotos apontados pelo dedo do destino, que depois de intrincados cálculos e volumosas negociações, passarão a se jogar em cada corrida,no instante da largada, com cega determinação.Uma decisão e uma firmeza digna da carga da Brigada Ligeira, desta vez, porém, commuito mais que 600 cavalos em jogo (When can their glory fade? O the wild charge they made!, exclamaria com razão lorde Tennyson). Morin escreveu que “… a vida nos filmes,dos romances,do sensacionalismo é aquela em que a lei é enfrentada,dominada ou ignorada, em que o desejo logo se torna amor vitorioso, em que os instintos se tornam violência, golpes, homicídios, em que os medos se tornam suspenses, angústias. É a vida que conhece a liberdade,não a liberdade política, mas a liberdade antropológica, na qual o homem não está mais à mercê da norma social: alei…”O caminhoneiro,no seu pára-choque, cravou: “Muitos cavalos no motor, um ás no volante”. Como detalhe de que a penúltima e a antepenúltima palavra estão mais juntas do que seria normal. Porque, parafraseando a música, para mais da metade da população do planeta o carro é o princípio, o meio e o fim dos nossos problemas. O nada. E o homem, atrás do volante, o efeito multiplicador de tudo isso. ●
fonte: O Estado de São Paulo
cortesia:*J. R. Duran, fotógrafo e escritor,
é autor de Lisboa

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

EXPERTISE VEGETAL




Ciência traz novo uso do pau-brasil

*A CeKl será agora testada no tratamento do Alzaheimer, ja que atua como inibidor de uma enzima envolvida na doença, a calicreína.
Estudos exploram formas de utilização da árvore-símbolo do País; semente pode ajudar em tratamentos médicos Quatro séculos de superexploração do pau-brasil quase levaram um dos símbolos do País à extinção e ao desconhecimento pela população. Agora uma nova frente de utilização se delineia - e, desta vez, de forma sustentada. Moléculas da planta estão em estudo para que um dia sejam usadas no tratamento de doenças, sem que uma árvore sequer seja cortada.
O machado e o fogo de antigamente foram substituídos, no século 21, por técnicas muito mais delicadas, como a cromatografia líquida e a eletroforese em gel - métodos bastante usados para separar misturas e moléculas em laboratórios.
A matéria-prima é a semente do pau-brasil. Nas mãos de cientistas, essa pequena estrutura, de apenas um centímetro de diâmetro, pode servir de base para futuros tratamentos médicos. Estão envolvidos nesse grupo pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), da Universidade de São Paulo (USP) e da Faculdade de Medicina da Santa Casa.
Todos os estudos estão em fase inicial e precisam ser aprimorados, tanto para detalhar a eficiência quanto a segurança de sua utilização. Um longo caminho precisa ser percorrido entre o fim das pesquisas e a sua aplicação real, mas os resultados são promissores.
Os pesquisadores já sabem, por exemplo, que uma proteína chamada CeKI apresenta propriedades anticoagulantes e antiinflamatórias. Em testes de laboratório, in vitro e em ratos, a CeKI ajudou na prevenção de coágulos. A proteína também foi eficiente no controle da dor e da inflamação em pelo menos um caso, contra o veneno de um peixe encontrado no Nordeste chamado niquim. A CeKI será agora testada no tratamento do mal de Alzheimer, já que atua como inibidor de uma enzima envolvida na doença, a calicreína. A psoríase (inflamação na pele que provoca escamação) é outra doença que está na mira dos cientistas.
Outro composto também tirado da semente, a proteína CeEI, reduziu edemas pulmonares em coelhos, quando ocorrem inchaço e acúmulo de líquidos nos pulmões. "Esperamos que essas moléculas sejam úteis em tratamentos", afirma Mariana da Silva Araújo, da Unifesp. "E esperamos ser capazes de reproduzir o composto sem que seja necessário retirá-lo da semente, para não agredir a natureza." Nesse sentido, o gene da proteína CeKI já foi clonado, em um passo importante para sua síntese. Paralela à iniciativa dos pesquisadores de São Paulo, uma equipe da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) relatou, há dois anos, que a brasileína - forma oxidada da substância tirada do cerne do pau-brasil e aplicada como corante - inibiu em 87% o desenvolvimento de câncer em camundongos. E, na década de 1980, uma pesquisa mostrou que o pó do tronco apresenta propriedades anti-sifilíticas.
As novas perspectivas de exploração do pau-brasil investigadas pela ciência se beneficiam da cultura popular. Na medicina do povo, o pó da casca é usado como antidiarréico e amenizador de cólicas menstruais. O chá das folhas combate diabete. Nada ainda com comprovação científica, tudo a ser explorado pelos pesquisadores brasileiros interessados.
MAIS CONHECIMENTO
Por meio de um projeto temático da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), que terminou em 2005, um conjunto de dados foi obtido em instituições públicas e particulares. Ele acaba de ser condensado no livro Pau-brasil, da semente à madeira, editado pelo Instituto de Botânica e pela Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo e publicado pela Imprensa Oficial do Estado. "É uma forma de devolver à população o conhecimento sobre o pau-brasil, para quem tem o interesse em conhecê-lo e cultivá-lo", explica a organizadora, Rita de Cássia Ribeiro. Cientistas de outras áreas, como a botânica, avançam no entendimento sobre a árvore. A intenção não é apenas desvendar um símbolo da história do País, mas garantir sua sobrevivência, para que futuras gerações tenham contato com a planta que deu origem à palavra "brasileiros". O pau-brasil tem a comercialização restrita por uma convenção internacional, a Cites, e está na lista brasileira de espécies ameaçadas de extinção. Mesmo com essas limitações, se depender dos cientistas, ele em breve voltará a ser reconhecido por quem carrega seu nome.

fonte: O Estado de são paulo

gentilesa Cristina Amorim

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

EXPERTISE ANIMAL

Wildlife Health Management
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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Programa de IDENTIDADE VISUAL

A comunicação através da imagem foi o primeiro recurso utilizado pelo homem para fixar e transmitir suas idéias. Hoje, o design vem preencher essa lacuna da comunicação abrangendo diversas áreas e se tornando cada vez mais um investimento indispensável para o sucesso mercadologico e institucional de empreendimentos de qualquer porte. È a imagem a serviço da informação, com poder de diblar idiomas e barreiras e de atuar no limite entre o conciente compreensivel e o inconsciente.Somos responsáveis pela execução, consultoria e gestão de projetos em: DesignCorporativo Paisagismo Programa de Identidade Visual Cenografia Arquitetura e Interiores Contato abrigodesign@gmail.com
"A criação de imagens e conceitos fortes implicam na multiplicação de idéias resultando em ovascriações."
Copyright - 2008 – Abrigo Design – Todos os direitos reservados

terça-feira, 21 de outubro de 2008

SIMBIOCITY













































Este é o metrõ de Estocolmo a Capital da Suécia dentro do conceito de Simbiocity, professor Bruno Dolceta da Universidade de Veneza (Universita IUAV de Venezia) em seu Mini- curso (Oficina) ministrado no 9º ENEPEA em Curitiba "Arquitetura como paisagem" novas FRONTEIRAS demonstrou em sua Arqueologia que muito antes dos suecos o conceito de Simbiocity ja havia sido concebido pelos romanos em sua conquista de VENEZA, em uma radiografia do passado Dolcetta demosntrou como se faz uma projeção segura para o FUTURO
VENEZA e a Laguna são exemplos de simbiose perfeita ...segundo Dolcetta a cidade de Veneza não existiria sem a Laguna ....porem tão pouco a Laguna existiria sem a Cidade de Veneza .Contra todos os "canones" da arquitetura romana segundo Vitrúvio; Veneza ainda existe enquanto outros sitios sucumbiram ao tempo! parabens ao professor Bruno Dolcetta por seu discernimento ! BRAVISSIMO ! Grazie per Venire!!!
"Suave , mari magno turbantibus aequora ventis, e terra magnum alterius laborem speectare"
Lucrécio em " DE RERUM NATURA"












SIMBIOCITY

Ainda no papel, a Torre EDITT (sigla em inglês para Design Ecológico nos Trópicos), projetada pelo grupo TR Hamzah & Yeang e patrocinada pela Universidade Nacional de Cingapura, prevê a construção de um edifício verde, com painéis para captação de energia solar, ventilação natural e conversão de biogás em eletricidade.
Metade das paredes da construção serão vivas, ou seja, feitas com plantas. O arranha-céu foi idealizado para promover a biodiversidade local e reabilitar o ecossistema local de Cingapura. O prédio também foi projetado com o conceito de adaptabilidade, já que muitas paredes, feitas de plantas, podem ser movidas, alterando a configuração original.
Fonte; O Globo
Gentileza: arquitetor@hotmail.com

terça-feira, 14 de outubro de 2008

carro ANTi-SOGRA www.triciclopompeo.com.br

Hoje a tecnologia resolutiva não é notada, mas acreditamos que conseguiremos produzir um carro sustentavel com compatibilidade com o ambiente,porque a mobilidade individual é uma das formas máximasde liberdade; o problema está dividido em duas partes: a primeira,que se observa sempre, envolve a carroceria, a aerodinâmica, os pesos, a tecnologia dos processos e os novos materiais, a segunda diz respeito a tração,graça à evolução das partes eletrônicas,evoluimos para o motor híbrido, que levara à redução de consumo e da emissão de gases .Várias etapas se passaram e muitas modificações foram feitas até chegar a um modelo harmônico de design moderno. O resultado foi um veículo totalmente diferente e de linhas atraentes, que visa não só o consumo interno mas sim a prospecçaõ do mercado internacional: "Queremos fazer um carro para o bilhão de chinezes e indianos"São de conceitos assim que fazem com que a viabilidade da construção de um projeto arrojado se torne realidade http://www.triciclopompeo.com.br/

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

WWW.TRICILOPOMPEO.COM.BR










Ultra Low Cust Vehicle POMPEO a Brazilian bomb shell A ecassez de recursos naturais e a manutenção do ciclo do consumo da humanidade em seu habitat são preucupações cada vez mais presentes no mercado automotivo:Na hora de apontar o responsável pelo que deu errado nos sistemas urbanos contemporâneos, nove entre dez Urbanistas veêm no automóvel o grande vilão; As nossas cidades, nas quais os pedestres raramente tem vez, são planejadas em função dos carros, como "fontes moveis", os carros, desempenham um papel importante nos problemas de poluição do ar da maioria das grandes cidades, assim como o congestionamento do tráfego revela as dificuldades da mobilidade nos centros urbanos, aonde o automóvel reina soberano ante ao esvaziamento humano. Nosso conceito é ser cívicamente responsável, por isto apostamos em uma estratégia de mobilidade inteligente: Para as pessoas, seja no exercicio de atividades profissionais ou em ações do cotidiano a facilidade da mobilidade urbana esta sustentada pelo tripé Economico, Social - Ambiental, o equilíbrio destes três vértices formam nossa marca, são tres pontos que definem, um plano - Economia , Ecologial e Segurança.

Programa de IDENTIDADE VISUAL

algumas logomarcas criadas por Abrigodesign : Uma das mais importantes armas da comunicação é a construção da marca, é através dela que uma entidade consegue definir a linha gráfica que a identifique e torne sua personalidade publica adequada a seus objetivos* linha gráfica é uma unidade de estilo visual que todas as peças publicitarias, promocionais , institucionais devem ter .A Identidade Visual de uma empresa ou instituição é o conjunto fornmado pela sua LOGOMARCA (LOGOTIPO+ SíMBOLO) e suas normas de uso,e deve traduzir a forma pela qual a empresa se dirige ao seu público,tornando-se o seu principal canal de comunicação.Toda a empresa deve ter uma personalidade, a LOGOMARCA é o que traduz esta identidade e agrega valor ao produto!A função primordial do design é criar uma identidade objetiva e subjetiva para a empresa ou marca, de forma destacada da paisagem e dar-lhe posicionamento desejado através de sua personalidade dominante. Mas isto tem que ser feito em harmonia com o comprimento de suas tarefas funcionais, de identificação e informação*

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

ARQUITETURA COMERCIAL CONSULTÓRIO MÉDICO


Não se pode fala de "Arquitetura expressionista",da mesma forma que se fala de arquitetura barroca ou modernista: não existem caracteristicas que cheguem a definir uma escola.Será mais correto falar de "arquitetura do período expressionista", pois pertencem às mais variadas tendências os arquitetos que estiveram sob a influência dessa estética que distorce as imagens "reais" e rejeita as normas "ideais" de beleza,de modo a poder refletir a deterioração das relações com o mundo em que vive!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

INSTITUCIONAL ABRIGO DESIGN A BOLD GEOMETRY PRINCIPLE :°)

Abrigo Design

sábado, 20 de setembro de 2008

METAL SURFACE

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Restaurante " O Milagre dos peixes" Varginha MG

Minimum Maximum, Projeto de readequação de um espaço comercial nobre no centro de Varginha, Mg; O Conceito de Enoteca, abrange um bar para degustação de vinho anexo ao restaurante Gambi em 1998 Desenvolver um conceito é agregar a filosofia, a estética, o estilo, as qualidades os antecedentes no tempo e espaço;uma unidade de estilo visual, que carregam os mesmos traços e caracteristicas, e que sobretudo devem estar consonantes com a cultura regional e localmas comprometido com seu tempo de efeito global!!!Um ambiemte de estética maximalista para uma empresa que mexe com uma parcela de clientes exigente e sofisticada que requer um vinculo com a modernidade!E surpreendentemente obter um efeito elegante e leve de forma maximizar a luz de um ambiente minimo...e maior movimento na cidade

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

projeto cinemaografico BORDERLINE: set design

sábado, 13 de setembro de 2008

I MUST Destroy the Evil Bear

I MUST Destroy the Evil Bear


Curitiba é a capital do "pé-de-chinelo"

Só tem parazita ..e eles vão te assaltar

Clinica Dr Marcio Dantas de Menezes Curitiba

Esta Clínica de Medicina Sexual realiza procedimentos que são a ultima fronteira da vaidade humana: a estética dos genitais; portanto diante de uma clientela exigente e sofisticada propusemos um vinculo com a modernidade!Combase na tecnologia, o conceito que orienta o trabalho é o da revalorização do convívio entre os pacientes e a Marca no caso o Dr. Marcio Dantas de Menezes:;"Um bom medico precisa ter total conhecimento da anatomia humana, aliado a noções de proporçao e sensibilidade que somente um dote artistico pode lhe porporcionar"

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Contruir uma MARCA FORTE

A Place to bury Strangers

a place to bury strangers

A Place to bury Strangers

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

ABRIGO DESIGN video promocional

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

VEDAS Cecilia Meireles


"Não digas onde acaba o dia,
onde começa a noite
Não fales palavras vãs,
as palavras do mundo!
Não digas onde começa a terra
onde termina o céu
Não digas até onde és tu
não digas desde onde é Deus
Não fales palavras vãs
Desfaz-te da vaidade triste de falar
Pensa completamente silencioso
Até a gloria de ficar silencioso
sem pensar"

Vedas- Cecilia Meireles


sábado, 6 de setembro de 2008

ABRIGODESIGN


quinta-feira, 4 de setembro de 2008

THEMPERATTO

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Sonhos lúcidos EVERLY GILLER

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Contruir uma MARCA FORTE


Para entender o valor de uma marca forte, é preciso possuir uma boa dose de sensibilidade e uma percepção prática bastante apurada. na verdade as coisas do mundo moderno, das sociedades vencedoras, são sofisticadas e exigem refinamento. Somente os que percebem a sua importancia no mundo mecadológico moderno sabem que o preço do sucesso é a eterna vigilância ao novo.Uma das mais importantes armas da construção da marca forte é a logomarca. È através dela que uma Entidade consegue definir a linha gráfica que a identifique e torne sua personalidade pública adequada a seus objetivos.*"Linha Gráfica é a unidade de estilo visual que todas as peças publicitarias, promocionais, institucionais e funcionais devem ter". Como a imagem da empresa é aquela que é efetivamente formada na cabeça de cada consumidor, a construção da marca forte é tarefa essencial; para consegui-la é preciso criar uma identidade unica dentro do imenso universo de marcas hoje esxistentes, é preciso gerar confiabilidade, proporcionando experiencias positivas em todos os contatos que o consumidor estiver com a marca, obter intimidade através da maxima repetição destes contatos, afim de obter intimidade deste, é preciso construir a percpção de significativo valor do consumidor para com a marca e no limite, ao garantir maior confiança, intimidade e percpeção de valor transformar os consumidores mais fieis em verdadeiros "advogados" da marca.Não se contrói uma "marca-forte" da noite para o dia; são etapas que , de tijolo em tijolo, agregam valores ao produto final.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Arquitetura de Planos SOBRE A CRIATIVIDADE :°)


Arquitetura de Planos
A palavra inglesa "nsight" não tem uma boa tradução em português.Segundo o venerado dicionário Michaelis, "insight" significa "introspecção, compreensão, discernimento, critério".Talvez "compreensão" se aproxime do significado, mas ainda não lhe faz jus."Sacada" me parece funcionar melhor, especialmente adicionada de "genial".O ponto interessante é a conexão entre humor e "insight", o momento do "ahá!", da compreensão inconsciente de algo. Toda piada, quando explicada, perde a graça.A reação física característica do riso, o alivio de uma tensão mental, só se manifesta quando "entendemos" a piada de forma não-racional ou consciente.A compreensão ocorre em algum lugar do cérebro que parece funcionar por si. Interrompem-se com explicações, a reação da descoberta é perdida.Assim é com os momentos criativos nas artes e nas ciências. Existe uma preocupação com a obra, um objetivo a ser atingido que permanece arredio. Esse é o análogo da tensão na piada, do encadeamento lógico da história, da qual não conhecemos o fim. Não conseguimos provar o teorema, resolver a questão, encontrar a nota certa na composição musical ou o traço certo no quadro. Mas nossos cérebros continuam a funcionar, a buscar conexões na memória, correlacionando fatos e possibilidades. De repente, quando menos esperamos, a solução vem à tona, explosivamente, o momento do "ahá", da sacada.Esse momento é sempre acompanhado de uma sensação física de liberdade, de alivio que pode até mesmo levar a um estado de êxtase. Deve ser causado por uma corrente turbulenta de reações químicas regadas a muuuita endorfina. Imagino os neurônios piscando como loucos, transformando o cérebro numa espécie de árvore de Natal. O grego Arquimedes (diz a lenda) saiu correndo nu pelas ruas de Siracusa ao encontrar a solução para um problema que o afligis, um modo de provar que a coroa de seu rei, que deveria ser feita de ouro puro, foi na verdade uma mistura de ouro e prata, a densidade determina se algo bóia ou não. Mas como estudar qualitativamente o momento da sacada? Experimentos nos EUA e na Inglaterra vêm tentando fazer isso.Para tal, usam voluntários com chapéus cobertos eletrodos capazes de medir as mudanças de corrente elétricas no cérebro quando tentam resolver problemas envolvendo palavras.Vêem que quando as pessoas estão num impasse, a atividade cerebral se limita a áreas associadas com o foco seletivo. Segundos antes de a solução chegar, o padrão muda e a atividade migra para a região frontal à direita, implicada na organização e do conhecimento e na arquitetura de planos, porém os estudos estão longe de serem conclusivos.Falta uma sacada genial para entender o mecanismo mental que leva a ela.
*Plano: conjunto de projetos com objetivos e orçamento definidos.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008


Desde o inicio dos tempos à necessidade de se comunicar emergiu através de uma série de perguntas que são universais;
Quem sou eu?
Quem precisa saber?
Porque é preciso saber?
Como é que eles vão descobrir?
Como que eu quero que eles descubram?
A Imagem e a percepção ajudam a criar valor, sem imagem não existe percepção O design dos elementos essenciais da identidade visual, ou seja, a marca e o logotipo são apenas o inicio do processo da IDENTIDADE VISUAL.
Em Projetos para o varejo, o Design precisa explorar como a identidade vai funcionar dentro de um ambiente de loja e como poderá afetar a experiência do consumidor; pois vivemos em um ambiente visual supersaturado, onde é fundamental assegurar que a solução é especial, única e diferenciada.
Uma Identidade Visual é um “cavalo de batalha” em varias mídias e aplicações
Uma logomarca precisa ser não somente distinta, mas durável

segunda-feira, 21 de julho de 2008

PAISAGISMO na praia


Paisagismo não é só desenhar jardins : mas planejar aréas livres
buscar beleza desenhando espaços, respeitando profundamente
e ao mesmo tempo "civilizando" a natureza, como forma de harmonizar o homem com seu ambiente

terça-feira, 3 de junho de 2008

FICHA TECNICA TRICICLO POMPEO


O veículo terá chassi de aço carbono tubular, carroceria em fibra de vidro, para dois ocupantes dispostos lado a lado. A suspensão dianteira é independente tipo MCPherson com molas helicoidais e amortecedores hidráulicos pressurizados. A traseira é tipo mono-choque com balança mono braço em alumínio, mola helicoidal e amortecedor hidráulico pressurizado.
Freios dianteiros e traseiro a disco sólido. Rodas 13 polegadas de diâmetro e pneus 145 mm de largura.
O motor é um 250cc quatro tempos, monocilíndrico, DOHC, arrefecido a ar, com radiador de óleo, de motocicleta, com 25cv de potência. O sistema flex de combustível permitirá utilizarmos gasolina, álcool hidratado ou qualquer proporção de ambos.
Estuda-se também o desenvolvimento de um veículo elétrico, com motor de 15kw que deverá apresentar um desempenho interessante graças ao peso reduzido do Pompéo, proporcionando autonomia e desempenho diferenciados em relação aos concorrentes.

quinta-feira, 15 de maio de 2008


Se o amor não tem nem confine nem tempo
Gostaria de poder estender a mão além do tempo

Gostaria de fazer subir com o palpito do coração
as mais ardentes das orações
para chegar ao infinito Amor.

Gostaria de abreviar a tua expiação para encaminharti em direção ao céu
ou dar-ti di presente o orvalho do meu amor
para apagar a arsura da tua dor

Não posso dar-ti um dom que
não seja estar perto de ti
em uma oração ardente
que vai além do presente

Quando sarás no céu
faz descer a mim um pouco de amor
que me acenda o coração

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Ondas queimam rochas com seu sal IV



Apesar de voce amanhã há der ser outro dia
TIMES WAIT FOR NO ONE
Eu ia caminhando devagar pela calçada de uma rua de San telmo, feliz por percorrer aquele que é um dos bairros mais encantadores da velha e boa Buenos Aieres.

Era um dia de semana e, portanato, não havia feira. mas eu, achava melhor assim, pois as ruas estavam vazias e os antiquários abertos pareciam existir só para mim. Fazia frio e o sol oblíquo ia perdendo a força, a medida que a tarde caia.

Foi naterceira ou quarta rua por onde enveredei que vi, a uma certa altura, o que a principio me pareceu uma galeria. Decidi entrar. Mas, assim que entrei, vi que o corredor escuro, em arco, ia dar não numa galeria, mas num imenso pátio cercado pelas paredes de um casarão quase em ruínas, em cujos cômodos funcionavam diversas lojas de antiguidades.

Havia de tudo. Roupas, garrafas, montanhas de azulejos, móveis, bonecas antigas com seu olhar assombrado. Cada loja era um amontoado cótico de coisas velhas, muito diferente dos antiquarios elegantes que se via nas ruas mais movimentadas.

Comecei a passear devagar por ali, entrando e saindo das lojas, apreciando as paredes descascadas, os ambientes de luz mortiça, onde a tarde parecia cair ainda mais depressa. A casa antigua onde funcionava os brechós era formada por três diferentes pátios, ligados por passagens em arco como a que dava para a rua. Percorri os três.

O último foi aquele onde me demorei mais, nào porque encontrasse objetos mais facinantes do que nos primeiros dois.Ao contrario, aquele pátio estava quase quase que inteiramente coberto por móveis muito velhos, pilhas de azulejos de toda espécie e portões e gradis de ferro ja quase que se desfazendo, tal a ação do tempo e da ferrugem sobre eles.

O que me fez ficar mais tempo naquele ultimo pátio foi que encontrei, dormindo sobre os móveis destroçados, dois gatos gordos que avarentos, aproveitavam a ultima réstia de sol. Parei e olhei-os por um longo instante pensando em como a luz parecia derramar-se devagar naquele ponto do universo. Mas os gatos não quiseram saber de mim. Nem me olharam. E acabei decidindo ir embor.

Dei meia vola, em direção à rua. mas foi entào, ao sair do segundo corredor em arco e desembarcar no pátio mais proximo da entrada, que vi o velho. Estava de pé, junto a um espelho antigo.Muito magro, mal vestido, as mãos descarnadas, o cabelo em desalinho, e tão imovel que parecia ter adormecido ali, com os olhos abertos.Tinha uma expresão angustiada, aguda, de quem pede socorro.

Era o olhar de quem viu tudo acontecer, de quem teve tudo, tudo perdeu, e agora estava só.À espera da morte, tavez. Não sei. Só sei que não pude suportar aquele rosto e me virei para sair. Foi quando vi junto ao arco que ia dar na rua, uma placa, com o nome daquele lugar, no qual não reparara ao entrar: "O Pátio do Tempo."

sexta-feira, 18 de abril de 2008

messerschmitt bf 119


" O AVIÃO INCORPORA A MAIS PURA EXPRESSÃO DA ESCALA HUMANA, UMA UTILIZAÇÃO MILAGROSA DOS MATERIAIS"
Wilhein "Willy" Emil Messerschimtt

domingo, 13 de abril de 2008

more i want you

YELLO SAD SONGS LOVE IT :°)





quinta-feira, 10 de abril de 2008

SAUDADES


"tem os que passam
e tudo se passa
com passos já passados
tem os que partem
da pedra ao vidro
deixam tudo partido
e tem, ainda bem,os que deixam
a vaga impressãode ter ficado"

Ondas queimam rochas com seu sal II



  • A Fronteira -" Borderline"
    Na década de oitenta, em pleno inicio do ciclo da informatização, a eminente crítica norte-americana Ada Louise Huxtable definiu a forma mais coerente de explicar a Arquitetura: "A arte e a ciência da construção do meio-ambiente artificial para o ser humano, assim como ele se nos apresenta, em constante mutação";A ciência que equaciona o estabelecimento humano, na verdade representa não somente visões de localização evolução e de mercado como também idéias diferentes sobre a natureza humana. Duas coisas estão implícitas como vim a compreender: novidade e significação.

  • Pôr longo tempo, pensou-se que Deus tinha criado tudo que havia para ser criado. Nós, mortais tínhamos somente que descobrir o que já estava impresso no universo: "Não viemos para criar, e sim para ordenar. Não somos agentes de mudança, e sim apenas cooperadores".
    Esta visão da atividade humana baseava-se na idéia de que a natureza do homem tem uma essência à qual precisa conformar-se. Duas correntes alimentavam esta idéia: - a noção grega de que tudo o que foi criado tem um propósito ou fim cujo sentido tende, e a noção judaico-cristão que toda coisa criada encontra seus propósitos nos designos de Deus que transcendem a história. Os mortais podem compreender a natureza das coisas, diziam os saibos mas os mortais não podem mudar o que compreendem. Mas no mundo se desatou algo que viria mudar essa visão de um universo predeterminado, a renascença, na Itália, quando"o homem começou a deleitar-se com a criação de seu próprio mundo em vez de aceitar passivamente aquele que Deus tinha feito para ele'. Uma grande linha divisória que culminou com a revolução francesa, em que uma nação inteira foi completamente transformada pela atividade humana. Entre os poetas e filósofos românticos floresceu, na esteira da revolução, uma visão dos seres humanos como autores do drama e não meramente seus atores. 'Através da imaginação, diziam eles, a mente humana pode criar idéias e realidades qualitativamente novas'; O que é criado é novo, e o novo abre caminho que expandem as possibilidades humanas! A aristocracia, que tinha sido dominante, cedeu lugar à uma sociedade de massa - industrializada - já precursores dos burgueses de classe média que prosperou sob o que chamamos de revolução industrial.
    " Na viragem do século XIX para o século XX, a convicção de que o mundo progredia para um paraíso terrestre foi abatida então pela dúvida: GUERRAS VIOLENTAS E ABSURDAS pôr todo o planeta, VERTIGINOSA DESTRUIÇÃO DO AMBIENTE NATURAL devido aos resíduos tóxicos industriais, e o CRESCIMENTO DESCONTROLADO como um cancro das vias de comunicações, AS CATASTROFES TECNOLÓGICAS de dimensões imprevistas e com proporções apocalípticas como os acidentes nucleares de Seveso Bopha e Cernobyl, Ö FATO DE UM TERÇO DA HUMANIDADE PASSAR FOME ou morrer de fome, enquanto um quinto vive com esbanjamento, a CRESCENTE AGRESSIVIDADE nas relações humanas .Estes e outros fatos fizeram vacilar a inabalável crença no progresso".

  • Na hierarquia do universo esta explícito que a condição humana é limitada, o corpo humano, sujeito a condicionantes físicos tem na urbe um centro produtor de novas concepções, refugio dos indivíduos, crisol de novas idéias e formas condicionantes de vida no ambiente, espaço físico a que esta submetido o corpo humano .A utilização deste espaço urbano se da pela forma que ele é entendido; Cabe pois ao arquiteto criar elementos referenciais que permitam a identificação e a conseqüente interação do indivíduo ao meio urbano, elementos diferenciadores de espaço que proporcionam não só identidade mas também dignidade... mais ética e menos estética!

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Cenografia & Direção de Arte


Quando um ambiente - uma casa, um escritório-é peça fundamental da trama, o trabalho do diretor de arte quase se revela transparente : porque o desenho de produção não é simplesmente conceber e desnhar cenarios- ele estabelece todo o tom visual do filme, a gama de cores, a oscilação entre frio e quente, proximo e distante o uso de perspectiva e proporção: o bom diretor de arte sabe que precisa ir muito além da mera pesquisa da simples reprodução. A complicada alquimia entre exatidão histórica, manipulação emocional e expressão da visão do diretor.A eessêsncia do ato magico do bom diretor de arte é desaparecer.Tudo aquilo que se pensou e preparou nos menores detalhes deve parecer aos olhos do publico absolutamente natural e organico como se sempreestivesse estado lá, ou como se fosse parte inseparavel da propria trama!

PROJETO BORDERLINE

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Happiness is like a cat


"Happiness is like a cat. If you try to coax it or call it, it will avoid you. It will never come. But if you pay no attention to it and go about your business, you'll find it rubbing up against your legs and jumping into your lap"

O HOMEM É SUA PROPRIA ESTRELA


O HOMEM É SUA PROPRIA ESTRELA
E A ALMA QUE PODE FAZER UM HOMEM HONESTO E PERFEITO,
COMANDA TODA A LUZ, TODA INFLUÊNCIA, TODO O DESTINO...
NADA LHE ADVEM CEDO OU TARDE DEMAIS,
NOSSOS ATOS SÀO NOSSOS ANJOS,
NOSSAS SOMBRAS FATAIS, QUE ANDAM AO NOSSO LADO,
SILENTES...MEDO, ETERNO MEDO.
MEDO DE PERDER AQUILO QUE PARECE SER TUDO, MAS QUE
POUCO SERVE E SEMPRE ATRAPALHA.
MEDO DE ABANDONAR O CASULO E DE BATER ASAS COLORIDAS.
ANSIEDADE POR UM TEMPO QUE PASSA E QUE NÀO QUER VOLTAR
.ANSIEDADE POR DIAS QUE FOGEM ENTRE OS DEDOS DA MÃO CERRADA
ANSIEDADE DE CONSERVAR UM CORPO QUE INEXORAVELMENTE
ENVELHECE E SE APAGA
DESEJO DE AUMENTAR PATRIMÔNOS DE PREUCUPAÇÕES.
A ÏLUSÃO DE COMPRAR AMIZADES, DE IMPOR RESPEITO COM
TALÃO DE CHEQUE E PLANOS DE CONDICIONAR OS OUTROS E
QUE ENFIM NOS ACORRENTAM COMO ESCRAVOS!!!
ESPERO QUE ESTE TEXTO AJUDE A COMPREENDER UM POUCO DA
FELICIDADE DE PASSARINHO E DA PAZ QUE ME ACOMPANHA:
INDESTRUTIVEL, SEMPRE PRESENTE NO ESPAÇO ,NO TEMPO, E
ALEM DO INFINITO

PAI,TE AMO. MESMO QUANDO TUA RESPIRAÇÃO É DOR
PORQUE TUA DOR É AMOR;
MESMO QUANDO TUA LEI É ESFORÇO PORQUE O ESFORÇO QUE A
TUA LEI IMPÕE É O CAMINHO DE QUALQUER ASCENSÃO HUMANA
PAI MERGULHO EM TUA POTÊNCIA, NELA ME ABANDONO, NELA
ENCONTRO O ALIMENTO QUE ME SUSTENTA"!!!

www.triciclopompeo.com.br

www.triciclopompeo.com.br
O Projeto FIEL (Forma Inteligente e Ecológica de Locomoção) surgiu da idéia de incorporar as vantagens de uma motocicleta, como: facilidade de manutenção, baixo consumo e agilidade, com as vantagens de um carro: conforto, segurança e espaço, em um veículo apenas.