quarta-feira, 7 de outubro de 2009

eletriCIDADE transparencia & sustentabilidade: design é inovação







O veiculo elétrico é uma solução de ruptura que permite oferecer mobilidade para todos com emissões zero de poluentes, visando progressos reais em termos ambientais .Essa ruptura ja é mantida e acompanhada por uma vontade politica mundial, principalmente atravé de subssidios fiscais baseados nas emissoes de co2 e do desenvolvimento das infraestruturas nescessarias à mobilidade elétrica ! O POMPÉO é um carro urbano por excêlencia para usuarios das cidades que buscam uma mobilidade pratica e eficaz O POMPÉO é uma solução inovadora de mobilidade urbana , seu chassi de três rodas oferece a sua "dupla" de ocupantes um meio de transporte 100% elétrico com zero de emissões de co2,perfeito para quem faz pequenos trajetos diarios e que busca tranquilidade e bem estar em seu veiculo com um espaço totalmente ergonomico e compacto, de aerodinamica precisa e design arrojado ! Pompeo pilotar ou dirigir, voce vai descobrir! POMPÉO VOCE VAI TER UM !





Muita confusão se faz com o termo design. Com toda razão aliás, porque o termo se aplica a tantos segmentos diferentes que chega mesmo a causar confusão...Erroneamente, costuma-se dizer que um produto tem design e outros não. Na verdade, todo produto foi projetado por alguem (designer) antes de ser fabricado industrialmente (ou construido).portanto, podemos achar que um produto tem bom design e outros não, mas design em si não é uma caracteristica.
Ainda maior confusão se faz entre design e styling.
A maioria das pessoas equivocadamente, entende design apenas como a forma, como o acabamento estético de um produto. Grande engano! Isso é que é chamado styling, apenas parte de um projeto de design. Design mesmo começa na concepção no conceito do produto, no estudo de seu proposito, no estudo do usuario, no estudo da maneira como o produto é usado, com que tecnologia é fabricado, montado( para que , por que, para quem, como?) e mais recentemente com o conceito de sustentabilidade como será descartado. Busca facilitar o uso, atendendo melhor e simplificando nossa vida, busca racionalizar a fabricação e montagem industrial e hoje, com tamanha preocupação ambiental o designer precisa tambem definir como o produto será descartado( desmontado, reciclado, recusado)
Vivemos em um mundo onde a oferta de produtos é enorme. sinceramente, o mundo não precisa de mais um modelo de telefone celular, nem mais um modelo d automovel ou de tvê...O mundo precisa sim, é de super-produtos> produtos realmente inovadores, produtos que de fato facilitem nossa vida, que funcionem melhor, que utilizem novos materiais, que durem mais. que gastem menos recursoso naturais, que economizem energia, que sejam ecologicamente responsaveis....Hoje mais do que nunca
o mundo precisa de super-design de super-produtos que nos tragam muito alem de estetica
eis a grande oportunidade do design brasileiro acostumado a fazer muito com pouco, acostumado a não se preocupar tanto com a frescura quando sempre faltou o essencial, o Brasil tem hoje a oportunidade de mostrar ao mundo que aqui se faz superdesign, e não apenas styling. Isso exige ousadia, pesquisa, investimento, e da a nossa criatividade e competência. Mas fará toda a diferença no futuro proximo, no qual a China continuará sendo o custo baixo, a Europa e os EUA, a sofisticaçã e a qualidade, e nós brasileiros poderemos ser os inovadores...por meio do design !


imagens cortesia www.triciclopompeo.com.br

terça-feira, 28 de julho de 2009

O DINAMARQUES QUE AMOU O PARANÁ




Ousadia, inovação e empreendedorismo foi a combinação de virtudes que assegurou a Leonor Honorê Viero uma posição de destaque na sociedade cascavelense, que a considerou a primeira empresária modernizadora do município, iniciado em 1952-“Cascavel na época era uma cidade muito pequena, quase sem recursos, mas já então me sentia atraída por ela. Quando ainda era criança, meu pai falava muito sobre a cidade”.

O pai, Fritz Honorê, um dinamarquês encantado com o Paraná, fazia relatos otimistas sobre a realidade e o grande potencial de Cascavel. Ele conhecia bem a região: foi o engenheiro que na comissão do então coronel Mário Tourinho, que viria a ser governador revolucionário do Paraná, elaborou o traçado da estrada que ligou Guarapuava a Foz do Iguaçu. A influência do pai, portanto, pesou na decisão de Leonor e seu marido Alfeo ao escolher Cascavel para fixar residência e iniciar empreendimentos. Fritz Waldemar Honorê, pai da empresária cascavelense Leonor Honorê Viero, nasceu em Frederícia (Dinamarca) a 19 de fevereiro de 1881. Filho de um próspero industrial de Copenhague, Peter Honorê, e de Else Margrethe Sorensen, formou-se em Engenharia na Escola Real de Artes e Ofícios da capital dinamarquesa, graduação equivalente hoje ao título de arquiteto urbanista, Após a I Primeira Guerra Mundial, no início da década de 20, veio para a América do Sul como correspondente de um jornal. Depois de passar por Buenos Aires e Rio de Janeiro, Honorê veio para a então província do Paraná, aonde conheceu Amasilia de Campos Lima. Fixando residência em Ponta Grossa, trabalhou como construtor de diversas obras.Com o general Mário Tourinho, participou da construção do quartel de Guarapuava. Posteriormente foi chamado pelo filho de Mário Tourinho – o general Luiz Carlos Tourinho –, para as obras de construção da estrada que ligaria Guarapuava a Foz do Iguaçu, na década de 50.

Arvore Geneologica Familia Honorê

(Fonte: Alceu A. Sperança, jornal O Paraná, seção dominical Máquina do Tempo)
My grandfather Fritz Valdemar Honore married de Amasilia Campos Lima he was an architect and he was worked a lot with the construction and training of state here transcribe a bit of their history in our country:
After World War I, the early 20,he came to South America as a correspondent for a newspaper. After passing through Buenos Aires and Rio de Janeiro, Honoré came to the then province of Parana, where they met Amasilia de Campos Lima. Fixing residence in Ponta Grossa, worked as a builder of several important works:With General Mario Tourinho, participated in the construction of headquarters of the army in Guarapuava. Later he was called by the son of John Tourinho - General Luiz Carlos Tourinho - to work on building the road that linked Guarapuava to Foz do Iguaçu, in the 50's. Boldness, innovation and entrepreneurship was a combination of virtues that ensured Fritz Valdemar Honoré a position of prominence in society paranaense that considered a pioneer when to tell the story of Parana with an article entitled
"The Danish Fritz Honore who loved the Paraná"

quinta-feira, 28 de maio de 2009

ODE AOS GATOS uma paixão!







Nada é mais incômodo para a arrogância humana que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece. O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência. O gato não satisfaz as necessidades doentias de amor. Só as saudáveis.Já viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um pilantra que vive as custas dele? Não! Até o bondoso elefante veste saiote e dança valsa no circo. O leal,cachorro no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula. Gato não, só aceita relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele depende, é chamado de traiçoeiro, egoísta, espertalhão, safado ou falso.Falso porque não aceita a nossa falsidade e só admite afeto com troca e respeito pela individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor qu,e lhe é próprio, que é dele e o dá se quiser.O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio, é esperto. O gato é ZEN. O gato é TaO. Conhece o segredo da não-ação, que não é inação. Nada pede a quem não o quer. Exigente co,m quem o ama, mas só depois de muito se certificar. Não pede amor, mas se lhe damos amor, então o exige. O gato não pede amor. Nem dele depende, Mas quando o sente, é capaz de amar muito. Discretamente, porém, sem derramar-se. O gato é um italiano educado, na Inglaterra. Sente como um italiano, mas se comporta como um lorde inglês.Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece então, como ameaça, porque representa a relação sempre precária do homem com o (própr,io) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Vê além, por dentro e avesso. Relaciona-se com a essência.Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se,defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando esboça um gesto de entrega, de subida ao colo ou manifestação de afeto, é muito verdadeiro, impulso que não pode ser desdenhado,. É um gesto de confiança que honra quem o recebe. Significa um julgamento. O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode (enfrenta a própria solidão de, maneira muito mais valente que nós).Se há pessoas agressivas em torno ou carregadas de maus fluidos, eles se afastam. Nada dizem, não reclamam. Afastam-se. Quem não os sabe ler pensa que eles não estão ali , saíram ou sei lá onde o gato se, meteu . Não é isso! É preciso compreender porque o gato não está ali. Presente ou ausente, ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.O gato vê,mais, vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium , bruxo , alquimista e parapsicólogo . É uma chance de meditação permanente ao nosso lado, a ensinar a paciência, atenção, silêncio e mistéri,o. Monge, sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-n,os à pesquisa permanente do real, à busca incessante, a certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são ínti,mas e profundas. Exigem recolhimento, entrega e atenção. Pessoas desatentas não agradam aos gatos. Os barulhentos os irritam. Tudo o que precisa de promoção ou explicação os assusta. Ingratos os desgostam. Falastrões os entediam. O gato não quer explicaçõ,es, quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda a natureza aprendeu a bastar-se a si mesmo como o gato (até na higiene).Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração da iog,a. Ensina a dormir com entrega total e diluição no cosmos. Ensina e espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas n,ão levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, ao qual ama e preserva como a, um templo.

Lições de saúde sexual e sensualidade.
Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias.
Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal.
Lição de anatomia, equilíbrio,, desempenho muscular.
Lição de salto.
Lição de silêncio.
Lição de descanso.
Lição de introversão.
Lição de contato com o mistério, o escuro e a sombra.
Lição de religiosidade sem ícones.
Lição de alimentação e requinte.
Liçã,o de bom gosto e senso de oportunidade.
Lição de vida e elegância, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências ou exageros e incontinências.
O gato é um monge portátil sempre à disposição de quem o saiba perceber!

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O Projeto FIEL (Forma Inteligente e Ecológica de Locomoção) surgiu da idéia de incorporar as vantagens de uma motocicleta, como: facilidade de manutenção, baixo consumo e agilidade, com as vantagens de um carro: conforto, segurança e espaço, em um veículo apenas.