







Este é o metrõ de Estocolmo a Capital da Suécia dentro do conceito de Simbiocity, professor Bruno Dolceta da Universidade de Veneza (Universita IUAV de Venezia) em seu Mini- curso (Oficina) ministrado no 9º ENEPEA em Curitiba "Arquitetura como paisagem" novas FRONTEIRAS demonstrou em sua Arqueologia que muito antes dos suecos o conceito de Simbiocity ja havia sido concebido pelos romanos em sua conquista de VENEZA, em uma radiografia do passado Dolcetta demosntrou como se faz uma projeção segura para o FUTURO
VENEZA e a Laguna são exemplos de simbiose perfeita ...segundo Dolcetta a cidade de Veneza não existiria sem a Laguna ....porem tão pouco a Laguna existiria sem a Cidade de Veneza .Contra todos os "canones" da arquitetura romana segundo Vitrúvio; Veneza ainda existe enquanto outros sitios sucumbiram ao tempo! parabens ao professor Bruno Dolcetta por seu discernimento ! BRAVISSIMO ! Grazie per Venire!!!
"Suave , mari magno turbantibus aequora ventis, e terra magnum alterius laborem speectare"
Lucrécio em " DE RERUM NATURA"

SIMBIOCITY
Ainda no papel, a Torre EDITT (sigla em inglês para Design Ecológico nos Trópicos), projetada pelo grupo TR Hamzah & Yeang e patrocinada pela Universidade Nacional de Cingapura, prevê a construção de um edifício verde, com painéis para captação de energia solar, ventilação natural e conversão de biogás em eletricidade.
Metade das paredes da construção serão vivas, ou seja, feitas com plantas. O arranha-céu foi idealizado para promover a biodiversidade local e reabilitar o ecossistema local de Cingapura. O prédio também foi projetado com o conceito de adaptabilidade, já que muitas paredes, feitas de plantas, podem ser movidas, alterando a configuração original.
Fonte; O Globo
Gentileza: arquitetor@hotmail.com
Ainda no papel, a Torre EDITT (sigla em inglês para Design Ecológico nos Trópicos), projetada pelo grupo TR Hamzah & Yeang e patrocinada pela Universidade Nacional de Cingapura, prevê a construção de um edifício verde, com painéis para captação de energia solar, ventilação natural e conversão de biogás em eletricidade.
Metade das paredes da construção serão vivas, ou seja, feitas com plantas. O arranha-céu foi idealizado para promover a biodiversidade local e reabilitar o ecossistema local de Cingapura. O prédio também foi projetado com o conceito de adaptabilidade, já que muitas paredes, feitas de plantas, podem ser movidas, alterando a configuração original.
Fonte; O Globo
Gentileza: arquitetor@hotmail.com
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